Volume de serviços prestados, no país, permanece estável, diz IBGE

No acumulado do ano de 2024, mostrou crescimento de 2,0% se comparado ao mesmo período de 2023. Nos últimos 12 meses, no entanto, apresentou queda de ritmo passando de 1,6% em abril para 1,3% em maio de 2024. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Muitos brasileiros estão com nome ‘sujo’ e nem sabem disso

Estar com o nome ‘sujo’ quer dizer que a pessoa com dívidas atrasadas teve o número de seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) incluído em listas mantidas por órgãos de proteção ao crédito – ou seja, teve o CPF negativado. Entre as complicações de estar com o nome ‘sujo’ está uma maior dificuldade para contratar serviços e obter empréstimos.

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Batata e leite longa vida puxam para cima a inflação oficial, constata IBGE

Batata

De uma forma geral, a alimentação registrou inflação de 0,44% em junho. A compra de alimentos para consumo no domicílio passou a custar 0,47% mais caro para os consumidores, enquanto o custo da refeição fora de casa subiu 0,27%. Outros itens que causaram impactos relevantes na inflação de junho foram a gasolina (0,64%), a taxa de água e esgoto (1,13%) e os perfumes (1,69%).

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Preços sobem menos para as famílias mais pobres

O INPC acumula taxas de inflação de 2,68% no ano e de 3,70% em 12 meses, de acordo com o IBGE. Os produtos alimentícios tiveram alta de preços de 0,44% em junho, um aumento menos intenso do que o apurado em maio (0,64%). Os não alimentícios passaram de uma inflação de 0,40% em maio para 0,19% em junho.

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Hábito de consumo dos brasileiros está em transformação, apura pesquisa

Apesar do resultado dos estudos, a população vulnerável ainda enfrenta dificuldades no consumo ou não consegue sentir uma melhoria nos preços. Dyane Ayala, responsável pela Organização Não Governamental (ONG) Alegria de Ser Criança, dá uma visão mais prática a partir das dificuldades enfrentadas pela comunidade que atende em Vila Nova Curuçá, extremo leste da capital paulista.

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Analistas de mercado acreditam que dólar tende a recuar, até o fim do ano

Há quatro semanas, a expectativa era de uma taxa de R$ 5,05 no fim do ano. Já a previsão atual de R$ 5,20 repete o indicado na edição do ‘Focus’ divulgada na segunda-feira passada e situa o valor da moeda norte-americana abaixo do patamar atual de negociação. Na semana passada, o dólar fechou cotado a R$ 5,46. Poucos dias antes, em 2 de julho, o ativo encerrou o pregão em R$ 5,66.

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