Um chamado à oposição cidadã

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Publicado sexta-feira, 2 de novembro de 2018 as 16:45, por: CdB

Usem as redes, formem grupos de discussão política no WhatsApp e no Facebook, disseminem as ações dos movimentos sociais, por exemplo.

 

Por Chico Junior – do Rio de Janeiro

 

Quando a gente fala em oposição a um governo pensamos basicamente na oposição parlamentar, exercida por deputados e senadores, e na atuação de movimentos civis organizados da sociedade.

A militância, pelas redes sociais, é uma alternativa à oposição no Brasil
A militância, pelas redes sociais, é uma alternativa à oposição no Brasil

Mas nós, cidadãos, podemos, e devemos, exercer também a nossa oposição.

A oposição cidadã passa, por exemplo, por acompanhar as ações do governo, principalmente do presidente da República e seu ministério, bem como a ação dos parlamentares que escolhemos pra serem nossos representantes.

Assim seja

Lembremos que, atualmente, temos à nossa disposição esses fantásticos meios de comunicação que são as redes sociais. Por intermédio delas podemos externar, de forma organizada, as nossas críticas e insatisfações com os atos de governos que possam nos agredir ou agredir as instituições.

Usem as redes, formem grupos de discussão política no WhatsApp e no Facebook, disseminem as ações dos movimentos sociais, por exemplo. Em relação aos parlamentares de oposição, acompanhem suas ações e as divulguem nas redes sociais.

Colaborem com as atuais e novas lideranças políticas, divulgando suas ações. Se é o Haddad, que seja o Haddad. Se é o Ciro, que seja o Ciro. Se é o Boulos, que seja o Boulos. Se é outra, ou outro, que e assim seja.

Atentos

A oposição cidadã é importante, e fundamental, para a democracia. Mostrando a nossa força como cidadãos atuantes, estamos contribuindo para a consolidação de um país mais democrático, e não autocrático.

O outro lado tem que, a toda hora, saber, e ser lembrado, que, do lado de cá, há 47 milhões de pessoas que não votaram nas suas propostas. Convenhamos, não é pouca coisa
Se o novo governo estiver do meu lado, tudo bem, aplaudirei. Caso contrário, denunciarei.

Sejamos, pois, cada vez mais cidadãos participantes e atentos.

A propósito, hoje mesmo (terça, 30/10) dei uma modesta colaboração para exemplificar o que digo aí em cima: postei um texto no Face sobre a proposta do presidente eleito de alterar o Estatuto do Desarmamento.

É por aí…

Chico Júnior é jornalista.

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