China remove TripAdvisor e outros aplicativos de lojas do país

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Publicado terça-feira, 8 de dezembro de 2020 as 11:02, por: CdB

A China removeu 105 aplicativos, incluindo o da norte-americana TripAdvisor, das lojas de aplicativos do país, em uma nova campanha para remover conteúdo que considera relacionado à pornografia e prostituição, apostas e violência.

Por Redação, com Reuters – de Pequim/Berlim

A China removeu 105 aplicativos, incluindo o da norte-americana TripAdvisor, das lojas de aplicativos do país, em uma nova campanha para remover conteúdo que considera relacionado à pornografia e prostituição, apostas e violência.

A China removeu 105 aplicativos, incluindo o da norte-americana TripAdvisor, das lojas
A China removeu 105 aplicativos, incluindo o da norte-americana TripAdvisor, das lojas

A Administração do Ciberespaço da China disse em comunicado em seu site nesta terça-feira que os aplicativos violaram leis cibernéticas, sem especificar a lei violada por cada aplicativo.

As ligações da agência inglesa de notícias Reuters para o escritório da TripAdvisor em Pequim não foram atendidas.

O órgão chinês disse que começou a campanha em 5 de novembro em resposta à forte reação do público em geral a conteúdo considerado ofensivo. Também afirmou que continuará a regulamentar os aplicativos e remover aqueles que violassem a lei.

Criptomoeda do Facebook

Será necessário mais do que renomear a criptomoeda do Facebook para atender às preocupações dos reguladores sobre a autorização de seu lançamento na Alemanha e na Europa, disse o ministro alemão de Finanças, Olaf Scholz, na segunda-feira.

Em comunicado após uma videoconferência dos ministros das finanças do G7, na qual criptomoedas foram tema de discussão, Scholz disse que o relançamento da libra sob seu novo nome, diem, foi apenas uma mudança cosmética.

– Um lobo em pele de cordeiro ainda é um lobo – disse ele. “Está claro para mim que a Alemanha e a Europa não podem e não aceitarão sua entrada no mercado enquanto os riscos regulatórios não forem adequadamente tratados.”

Ele acrescentou: “Devemos fazer todo o possível para garantir que o monopólio da moeda continue nas mãos dos Estados.”

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