Ciro aposta em virada na reta final com ele no segundo turno

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Publicado sexta-feira, 5 de outubro de 2018 as 16:58, por: CdB

Em visita à favela da Rocinha, uma das maiores do Brasil e com grande concentração de moradores nordestinos, Ciro mostrou confiança de chegar ao segundo turno, apesar de aparecer numericamente em terceiro lugar nas últimas pesquisas, atrás de Bolsonaro e de Fernando Haddad (PT).

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

A dois dias do primeiro turno da eleição, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, afirmou nesta sexta-feira que uma virada na reta final para levá-lo ao segundo turno ainda é “completamente provável”, e disse que é o único presidenciável capaz de derrotar o que descreveu como uma “onda fascista” liderada por Jair Bolsonaro, do PSL.

Ciro aposta em um desempenho vigoroso nas urnas, neste domingo
Ciro aposta em um desempenho vigoroso nas urnas, neste domingo

Em visita à favela da Rocinha, uma das maiores do Brasil e com grande concentração de moradores nordestinos, Ciro mostrou confiança de chegar ao segundo turno, apesar de aparecer numericamente em terceiro lugar nas últimas pesquisas, atrás de Bolsonaro e de Fernando Haddad (PT).

— É completamente provável (uma virada). Basta ver o quê aconteceu nas eleições passadas… o Ibope vende até a mãe, quanto mais pesquisas — afirmou Ciro a jornalistas.

Energia

Ciro afirmou que pesquisas internas realizadas pelo PDT já apontam para essa virada na reta final da eleição.

— As coisas estão acontecendo e os números estão virando como uma lindeza — disse o candidato do PDT.

‘Alcirina’

Ciro mirou seus ataques a Haddad, atual segundo colocado nas pesquisas, a quem chamou de inexperiente. Ciro lembrou que o petista perdeu a reeleição para prefeitura de São Paulo para o “ farsante” João Doria, candidato ao governo do Estado.

— O Haddad tem uma personalidade que não tem ‘punch’, energia, autoridade e a marra para enfrentar essa onda fascista que está querendo tomar conta do Brasil — avaliou.

Sobre o chamado movimento “Alcirina”, que nasceu nas redes sociais para tentar unir as candidaturas de Ciro, Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) para evitar um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o pedetista frisou que agora parece tarde para cogitar tal união.

— Não é razoável pedir que alguém desista da candidatura, o que é razoável é pedir ao eleitorado e dizer que sou o único capaz de derrotar o Bolsonaro. Eu tenho o melhor projeto, experiência, e na luta até o dia 7 para proteger o Brasil do fascismo — concluiu.

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