Colisão entre caminhões deixa mortos no Rio

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Publicado quarta-feira, 9 de outubro de 2019 as 12:26, por: CdB

A rodovia foi totalmente interditada, de acordo com a PRF. Um dos caminhões transportava óleo diesel, por isso o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) já foi avisado.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Uma colisão frontal entre dois caminhões deixou pelo menos dois mortos na manhã desta terça-feira na rodovia BR-465, a antiga estrada Rio-São Paulo, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Colisão entre dois caminhões mata quatro pessoas no Rio de Janeiro
Colisão entre dois caminhões mata quatro pessoas no Rio de Janeiro

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o acidente ocorreu às 10h45, na altura do km 14, em Seropédica.

A rodovia foi totalmente interditada, de acordo com a PRF. Um dos caminhões transportava óleo diesel, por isso o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) já foi avisado.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil de Seropédica (48ª DP). Peritos já se deslocaram para o local, segundo a PRF. Os nomes dos mortos ainda não foram divulgados.

Morre mais uma vítima

Morreu na terça-feira, no Hospital Quinta d’Or, mais uma vítima do incêndio ocorrido no Hospital Badim, no dia 12 de setembro passado, no Rio de Janeiro. O paciente, de 77 anos, estava internado desde o dia do incêndio, quando foi transferido às pressas para outra unidade de saúde. Com este, sobe para 18 o número de mortos no incêndio.

No dia do incêndio, uma grande operação foi montada com o uso de uma creche para atendimento num primeiro momento até que as vítimas fossem transferidas para outros hospitais das redes particular e públicas de saúde da região. O cuidado maior foi na remoção dos pacientes graves, que não puderam ser retirados de imediato, pois estavam em centros de Tratamento Intensivo (CTIs).

Balanço

Dos 103 pacientes envolvidos no incêndio, 18 morreram, 20 permanecem internados, e dos 21 acompanhantes internados, cinco ainda permanecem hospitalizados. Todos os colaboradores já tiveram alta.

A assessoria do hospital informou que “a maior parte dos pacientes segue internada para a continuidade do tratamento das patologias que motivaram suas admissões no Hospital Badim e não por conta da inalação de fumaça, uma vez que se trata de uma instituição voltada para o atendimento de casos de alta complexidade cirúrgica e clínica”.

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