Colisão de trem deixa mortos e feridos na Turquia

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Publicado quinta-feira, 13 de dezembro de 2018 as 12:26, por: CdB

Equipes de resgate trabalharam para resgatar pessoas presas sob os destroços na estação de trem Marsandiz, a 8 km de distância do centro de Ancara.

Por Redação, com Reuters – de Ancara/Kinshasa

Um trem de alta velocidade colidiu com uma locomotiva e bateu em uma estação de trem localizada em um subúrbio de Ancara na manhã desta quinta-feira, deixando ao menos nove mortos e quase 50 feridos, afirmaram autoridades.

Colisão de trem em Ancara, na Turquia

Equipes de resgate trabalharam para resgatar pessoas presas sob os destroços na estação de trem Marsandiz, a 8 km de distância do centro de Ancara. Não ficou claro a qual velocidade o trem e a locomotiva estavam viajando no momento da colisão e havia sinais de neve nos trilhos.

O trem havia partido de Ancara a caminho da província turca de Konya e não tinha parada prevista em Marsandiz. O governador de Ancara, Vasip Sahin, disse que a locomotiva realizava inspeções nos trilhos.

Três maquinistas estão entre os nove mortos na colisão, afirmou o ministro de Transporte, Cahit Turhan, a repórteres que estavam no local.

De acordo com a agência de notícias estatal Anadolu, havia 206 passageiros no trem de alta velocidade.

Incêndio no Congo

Um incêndio que consumiu durante a noite um depósito em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, destruiu milhares de urnas eleitorais que deveriam ser usadas na eleição presidencial de 23 de dezembro, afirmou um assessor da presidência nesta quinta-feira.

Barnabe Kikaya Bin Karubi disse que 70 %  do equipamento que deveria ser usado na votação em Kinshasa, onde mora mais de 15 por cento da população do país, foi destruído pelo incêndio, que disse ter sido iniciado por “criminosos”.

Kikaya disse que os preparativos para a votação, que pode ser a primeira transferência de poder pacífica do país, continuarão e que urnas eletrônicas de outras regiões serão solicitadas para uso na capital.

Segundo ele, o incêndio foi obra de criminosos e os policiais que vigiavam o depósito foram presos. O chefe de polícia de Kinshasa disse que uma equipe forense foi ao local para investigar.

A votação para substituir o presidente Joseph Kabila, no cargo desde 2001, deveria ter acontecido em 2016, mas tem sido adiada repetidamente devido a problemas logísticos e de segurança.

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