Coronavírus diminui estoque de leite materno no Distrito Federal

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Publicado segunda-feira, 18 de maio de 2020 as 13:05, por: CdB

A pandemia diminuiu a quantidade de doadores de leite materno no Distrito Federal. De acordo com a secretaria de Saúde, em março foi registrada uma queda de 35% nos estoques, na comparação com o mesmo período de 2019.

Por Redação, com ABr – de Brasília

A pandemia diminuiu a quantidade de doadores de leite materno no Distrito Federal. De acordo com a secretaria de Saúde, em março foi registrada uma queda de 35% nos estoques, na comparação com o mesmo período de 2019. O mês de abril fechou com um déficit de 11% deste alimento que é vital para os primeiros meses de vida dos bebês.

O mês de abril fechou com déficit de 11%
O mês de abril fechou com déficit de 11%

Contatada pela Agência Brasil, a coordenação de Bancos de Leite Humano da secretaria de Saúde do DF informa que “mesmo durante a pandemia a amamentação e as doações podem continuar normalmente, desde que medidas de higiene e segurança sejam tomadas para evitar transmissão do vírus”.

Entre os principais cuidados que vêm sendo adotados para evitar a transmissão está o uso de máscara e a lavagem das mãos antes de cuidar do bebê.

A fim de minimizar a queda nos estoques, os bancos de leite do DF têm feito atendimento com horário marcado, via WhatsApp, por meio de videochamadas, além de atendimento com hora marcada.

Semana Distrital de Doação de Leite Materno

Começou nesta segunda-feira a Semana Distrital de Doação de Leite Materno. Devido à pandemia do novo coronavirus, a secretaria informa que as atividades previstas para a semana serão realizadas à distância, por meio da internet.

A abertura será feita por meio de videoconferência pela Rede Universiária de Telemedicina (Rede Rute). A partir desta terça-feira, cada banco de leite vai fazer uma live com diversos temas para as redes sociais do Amamenta Brasília.

Serviço

“Toda mulher que esteja amamentando é uma potencial doadora de leite materno, independentemente da idade do filho em amamentação”, explica a secretaria do DF, que disponibilizou o número 160 (opção 4) para que pessoas interessadas em fazer a doação tirem suas dúvidas e se cadastrem.

Um pote de 300 ml pode alimentar cerca de dez bebês. Doações podem ser feitas nas unidades de Banco de Leite do DF. Os contatos dessas unidades, bem como as orientações para a coleta estão disponibilizados no site.

Amazonas

Mais de 10 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus no Amazonas já se recuperaram. Segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do estado, até sexta-feira pelo menos 10.242 pacientes tinham melhorado da doença após cumprir 14 dias de quarentena e seguir as orientações médicas.

O resultado representa mais da metade dos 18.329 casos estaduais confirmados até essa sexta-feira, quando, segundo a fundação, 6.282 pessoas continuavam em isolamento social ou domiciliar. Entre os pacientes que melhoraram estão 164 policiais militares, aos quais a Polícia Militar (PM) afirma ter oferecido, entre outros tratamentos, testes rápidos e medicamentos como azitromicina, ivermectina e cloroquina, indicados por profissionais de saúde da própria corporação.

Desde que o primeiro caso da doença no estado foi confirmado, em 13 de março, 1.331 pessoas já morreram devido ao novo coronavírus. Até o início da noite de ontem, 537 pacientes, cujo diagnóstico foi confirmado, continuavam internados, 195 deles em leitos de unidades de terapia intensiva (UTI). Além desses, havia mais 691 doentes internados aguardando o resultado dos exames – 193 deles também em leitos de UTI.

Segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde no fim da tarde de ontem, dos 218.223 casos já diagnosticados em todo o país, 84.970 pacientes se recuperaram e tiveram alta hospitalar, o que representa 38,9% dos casos. O número de mortes pela doença no país chegava a 14.187 nessa sexta-feira. Um novo boletim será divulgado hoje.

No mundo, os pacientes recuperados totalizam, até o momento, 1.666.834, segundo dados do site em que especialistas da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, monitoram a evolução dos casos globais e que se tornou referência mundial.

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