Cresce ocupação hospitalar por pacientes com covid-19 na Itália

Arquivado em: Destaque do Dia, Europa, Mundo, Últimas Notícias
Publicado quinta-feira, 30 de dezembro de 2021 as 11:38, por: CdB

 

De acordo com a Agência Nacional para Serviços Sanitários Nacionais (Agenas), órgão ligado ao governo, o nível de ocupação de leitos de enfermaria por pessoas infectadas pelo novo coronavírus subiu de 14% para 17% em uma semana, com crescimento em 12 das 20 regiões italianas.

Por Redação, com ANSA – de Roma

O índice de ocupação de leitos hospitalares por pacientes com covid-19 está em alta na Itália, embora em ritmo muito mais lento do que a violenta explosão dos casos no país.

A alta, no entanto, ocorre em ritmo mais lento que a dos casos

De acordo com a Agência Nacional para Serviços Sanitários Nacionais (Agenas), órgão ligado ao governo, o nível de ocupação de leitos de enfermaria por pessoas infectadas pelo novo coronavírus subiu de 14% para 17% em uma semana, com crescimento em 12 das 20 regiões italianas.

Os índices mais altos são registrados pela Calábria (30%), pela Ligúria (29%) e pelo Vale de Aosta (28%). Apenas quatro regiões, Abruzzo (13%), Molise (11%), Sardenha (9%) e Toscana (11%), estão abaixo do patamar de alerta de 15% definido pelo governo.

Leitos de UTI

Já o nível de ocupação de leitos de UTI por pacientes com covid passou de 11% para 13% em uma semana, com crescimento em sete regiões. Os maiores índices estão nas províncias autônomas de Trento (23%) e Bolzano (18%) e na região do Vêneto (18%).

Outras quatro regiões estão abaixo dos 10%, patamar que desencadeia a regressão para a “zona amarela”, segunda faixa na escala de risco do governo: Basilicata (3%), Campânia (7%), Sardenha (7%) e Molise (3%).

A Itália registra uma média móvel diária de 104 entradas na UTI nos últimos sete dias, alta de 42,7% em relação há duas semanas.

Já a média móvel diária de novos casos de covid está no valor recorde de 54.569, crescimento de 194% na comparação com 14 dias atrás.

Essa diferença no ritmo de expansão dos dois indicadores pode ser explicada pelo nível de vacinação da população italiana (quase 80% com o primeiro ciclo de imunização concluída), o que faz com que os casos provocados pela variante Ômicron em pessoas já vacinadas sejam assintomáticos ou com sintomas leves.

Apesar disso, o governo restabeleceu o uso obrigatório de máscaras ao ar livre e impôs novas restrições para não vacinados para conter a alta nos contágios.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

*

code