Crianças que moram em favelas cariocas recebem brinquedos de presente

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Publicado segunda-feira, 12 de outubro de 2020 as 14:24, por: CdB

Nesse Dia das Crianças, “vamos às favelas com um pouco mais de alegria, neste período que ainda está muito difícil”, disse o diretor da Cufa, Wellington Galdino.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

A Central Única das Favelas (Cufa) distribuiu, ao longo desta segunda-feira, Dia das Crianças,15 mil brinquedos para moradores da comunidade da Rocinha, Zona Sul da Cidade. Diretor executivo da Cufa, Wellington Galdino ressaltou que, durante essa pandemia, a Central levou itens importantes para muitos moradores de favela, como comida e produtos de higiene.

As crianças da Rocinha, na Zona Sul do Rio, recebem os presentes da Cufa
As crianças da Rocinha, na Zona Sul do Rio, recebem os presentes da Cufa

Nessa data, contudo,“vamos às favelas com um pouco mais de alegria, neste período que ainda está muito difícil”. Algumas das favelas contempladas pela iniciativa no Rio de Janeiro são Complexo de Acari, Complexo do Alemão, Complexo da Penha, Vila Aliança, Vila Kennedy, Rocinha, Complexo do Lins e Cidade de Deus.

A doação com milhares de brinquedos foi feita pela rede de lojas Ri Happy, para serem distribuídos a crianças moradoras das favelas do Rio de Janeiro e de outros Estados do país, durante o dia.

Cinema

O Dia das Crianças no Rio, este ano, também conta com o projeto Cinema Presente na Praça, na cidade de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, inaugurando a temporada de exibições itinerantes e gratuitas de filmes nacionais a céu aberto para 20 cidades que não contam com acesso ao cinema.

Um telão de LED de 6 metros com distanciamento para a segurança total do público e com distribuição de álcool gel foi montado para a criançada e familiares. O projeto teve apoio da lei de incentivo da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa.

O curador e diretor geral do Cinema Presente, Felipe Flores, afirma que “os antigos distribuidores dos cinemas de rua acabaram dando lugar a multinacionais gananciosas. O alto valor do ingresso cobrado é totalmente fora da realidade brasileira e 80% das cidades do Rio de Janeiro não possuem nenhuma sala de exibição”. A exibição vai beneficiar 20 cidades do interior do Rio até o final de dezembro.