Dallagnol aparece como alvo preferencial nas ações do STF

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Publicado domingo, 24 de março de 2019 as 16:03, por: CdB

Presidente do STF, o ministro Dias Toffoli anunciou no início da sessão do STF do dia 14 de março que havia decidido instaurar um inquérito criminal para “apurar a existência de notícias falsas, denunciações caluniosas e ameaças e crimes contra a honra que envolvem os ministros da Corte.

 

Por Redação – de Brasília

 

Líder da Operação Lava Jato no âmbito do Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba, hoje diante de uma encruzilhada após assinar o ato que institui uma fundação de direito privado, tida como suspeita no inquérito em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador Deltan Dallagnol torna-se alvo de mais uma suspeita dos ministros. Ele estaria por trás das notícias falsas e ameaças ao colegiado da Suprema Corte, divulgadas nas redes sociais.

Dallagnol poderá ser afastado do cargo, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF)
Dallagnol poderá ser afastado do cargo, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF)

Presidente do STF, o ministro Dias Toffoli anunciou no início da sessão do STF do dia 14 de março que havia decidido instaurar um inquérito criminal para “apurar a existência de notícias falsas, denunciações caluniosas e ameaças e crimes contra a honra que envolvem os ministros da Corte e familiares deles”.

Suspeitos

O inquérito segue sob sigilo, sob a coordenação do ministro Alexandre de Moraes, que já foi ministro da Justiça, secretário de Segurança Pública de São Paulo e promotor de Justiça.

Em conjunto com a Polícia Federal, Moraes já destacou uma equipe para captar e analisar provas contra os suspeitos, entre eles Dallagnol. No ato que instaurou o inquérito, Toffoli ressaltou que não existe democracia sem Judiciário e sem imprensa livres e que não há Suprema Corte no mundo que produza tanto quanto a brasileira.

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