EUA: Barclays deve aderir à proibição de compra de criptomoedas com cartões de crédito

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Publicado sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018 as 11:36, por: CdB

O Barclaycard é um dos maiores emissores de cartões de crédito no Reino Unido e nos Estados Unidos que ainda não anunciou formalmente a proibição de compras de moedas digitais com cartões

Por Redação, com Reuters – de Londres:

O Barclays deve seguir outras instituições financeiras de peso nos Estados Unidos ao impedir que clientes comprem bitcoins e outras criptomoedas com seus cartões de crédito, de acordo com uma entrevista com um executivo sênior da unidade de cartões do banco.

O Barclays deve seguir outras instituições financeiras de peso nos Estados Unidos ao impedir que clientes comprem bitcoins

– Nós estamos tomando a decisão de que provavelmente não permitiremos compras de criptomoedas no cartão – afirmou Paul Wilmore, diretor administrativo do Barclaycard, ao blog Bank Innovation.

Uma porta-voz do Barclays em Londres disse que o banco está revisando sua política em cada país e que ainda não alterou sua política.

O Barclaycard é um dos maiores emissores de cartões de crédito no Reino Unido e nos Estados Unidos; que ainda não anunciou formalmente a proibição de compras de moedas digitais com cartões.

O Lloyds Banking Group, que emite pouco mais de 25%  de todos os cartões de crédito no Reino Unido; e a Virgin Money comunicaram a proibição na semana passada; seguindo os passos de JP Morgan Chase & Co e Citigroup.

A medida visa a proteger os clientes de acumular dívidas enormes com a compra de moedas digitais em cartões de crédito; se os valores despencarem, explicou a porta-voz do Lloyds na semana passada.

Neutralidade da rede

Um grupo comercial representando a Alphabet, o Facebook e outras empresas de Internet apoiou na quinta-feira; uma reversão pelo Congresso dos Estados Unidos da revogação das regras de neutralidade da rede adotada; pelo governo do presidente norte-americano, Donald Trump em dezembro.

Os democratas do Senado dos EUA disseram em janeiro; que tinham o apoio de 50 dos 100 membros da Câmara para a revogação; deixando-os apenas um voto abaixo da maioria.

A Associação da Internet, que também representa a Amazon.com, Microsoft e muitas outras; disse em uma carta nesta quinta-feira enviada aos líderes do Senado que apoiou o esforço do Senado para reverter a votação; mas também pediu uma solução legislativa. “A indústria da Internet instiga o Congresso a legislar uma solução permanente”; afirmou o grupo na carta a que à agência inglesa de notÍcias Reuters teve acesso.

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