Donald Trump diz que Constituição dos EUA não garante cidadania por nascimento

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Publicado quarta-feira, 31 de outubro de 2018 as 12:02, por: CdB

O presidente dos Estados Unidos, disse nesta quarta-feira que a Constituição norte-americana não garante o direito de cidadania a todas as pessoas.

Por Redação, com Reuters – de Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que a Constituição norte-americana não garante o direito de cidadania a todas as pessoas que nascem no país, afirmando que continuará com seus esforços para pôr fim a essa prática.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

– A chamada cidadania por nascimento, que custa bilhões de dólares ao nosso país e que é muito injusta com nossos cidadãos, acabará de um jeito ou de outro. Não é garantida pela 14ª Emenda… Muitos estudiosos do Direito concordam – escreveu Trump em publicação no Twitter.

Democratas

Os democratas estão liderando as disputas para o Senado dos Estados Unidos e o governo estadual na Flórida, mostrou uma nova pesquisa de intenção da voto da agência inglesa de notícias Reuters nesta quarta-feira, dia em que o presidente Donald Trump deve voltar ao Estado para tentar socorrer os candidatos republicanos.

O senador democrata Bill Nelson tem 5 pontos de vantagem sobre o governador republicano da Flórida, Rick Scott, na disputa por uma vaga no Senado, entre os eleitores prováveis, segundo a pesquisa do Reuters/Ipsos/Centro de Políticas UVA.

O democrata Andrew Gillum, prefeito de Tallahassee, está mantendo o ímpeto que pode torná-lo o primeiro governador negro da Flórida.

Ele tem o apoio de 50 por cento dos eleitores prováveis, número inalterado desde a última sondagem da Reuters um mês atrás, enquanto o ex-deputado republicanos Ron DeSantis tem 44 %  de apoio.

A candidatura histórica de Gillum pode estar fortalecendo uma disputa democrata que inclui Nelson, que conquistou uma vantagem considerável em uma corrida para o Senado que aparecia empatada em outra pesquisa Reuters/Ipsos do mês passado.

No levantamento mais recente, 49 %  dos eleitores prováveis disseram que darão um quarto mandato para Nelson no Senado em Washington, e 44 % mostraram desejo de substituí-lo por Scott.

Uma vitória de Nelson seria crucial para a esperança democrata de conseguir uma maioria no Senado, o que exige conquistar duas cadeiras atualmente ocupadas por republicanos nas eleições de 6 de novembro. A maioria das pesquisas de opinião e de analistas veem uma chance pequena de os democratas assumirem o controle do Senado por terem que defender 10 assentos em Estados nos quais Trump venceu em 2016, incluindo a Flórida.

Mas a força democrata pode afetar até meia dúzia de disputas acirradas na Flórida para a Câmara dos Deputados. Acredita-se que os democratas têm uma grande chance de obter pelo menos as 23 das cadeiras necessárias para comandar a Câmara, e com ela o poder de frustrar a agenda de Trump.

Envolvido em uma verdadeira blitz de final de campanha, Trump pretende resgatar seu partido na Flórida, o maior dos Estados que oscilam entre os partidos nas eleições presidenciais.

Trump agendou comícios nesta quarta-feira em Fort Myers, no litoral sudoeste, e em Pensacola, no norte, no sábado.

– Isto é um referendo sobre Donald Trump – disse Aubrey Jewett, professor de ciência política da Universidade da Flórida Central, observando que a reputação do presidente depende de uma disputa estadual na qual seu apoio levou à indicação de DeSantis.

– Se DeSantis perder, isso se refletirá diretamente em Donald Trump na Flórida e no poder e na influência que Trump tem sobre os eleitores da Flórida atualmente.

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