Drone reforçará ações de combate ao desmatamento em Ilha Grande

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Publicado terça-feira, 10 de abril de 2018 as 14:29, por: CdB

O projeto Olho no Verde monitora, semanalmente, via satélite, a cobertura florestal de uma área de sete mil quilômetros quadrados, onde se localizam os principais remanescentes florestais do Rio de Janeiro

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

O programa Olho no Verde, da Secretaria do Ambiente e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), contará com mais um aliado no combate ao desmatamento ilegal: um drone. O equipamento foi entregue ao Parque Estadual de Ilha Grande, no Sul Fluminense, e adquirido com recursos de compensação ambiental.

Equipamento vai auxiliar as equipes no monitoramento da cobertura florestal

– Em função das questões climáticas da Ilha Grande; o monitoramento por satélite tem dificuldades em gerar alertas em tempo ágil. Então o drone veio, em um primeiro momento; para suprir essa lacuna – explicou o subsecretário do Ambiente, Rafael Ferreira.

O projeto Olho no Verde monitora, semanalmente, via satélite, a cobertura florestal de uma área de sete mil quilômetros quadrados; onde se localizam os principais remanescentes florestais do Rio de Janeiro.

O principal objetivo é o combate ao desmatamento ilegal através da incorporação da tecnologia do imageamento; por satélite e de processamento de dados espaciais. As imagens que serão captadas pelo drone irão complementar as imagens produzidas pelo satélite; com a finalidade de aprimorar a fiscalização.

Logística

– A complexidade logística da Ilha Grande precisava dessa importante ferramenta no combate aos desmatamentos e às ocupações irregulares que figuram entre os principais fatores de degradação de um dos mais belos atrativos do Rio – ressaltou o gestor do Parque de Ilha Grande, Tercius Barradas.

Segundo o diretor de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Inea, Paulo Schiavo, a ferramenta ajudará não só no controle da cobertura florestal, mas também vai propiciar melhor manejo da unidade.

– Vamos identificar os problemas com mais agilidade e fazer as correções – afirmou Schiavo. 

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