Energia limpa: indústrias diversas buscam soluções em comum

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Publicado terça-feira, 17 de agosto de 2021 as 14:23, por: CdB

O investimento estimado para o desenvolvimento do parque eólico é de aproximadamente R$ 5,2 milhões por MW instalado. A BRF disse que investirá diretamente o valor aproximado de R$ 80 milhões, a ser desembolsado durante o desenvolvimento do projeto, com início das operações previsto para 2024.

Por Redação, com Reuters – de São Paulo

A AES Brasil Energia e a companhia de alimentos BRF anunciaram nesta terça-feira a formação de uma joint venture com controle compartilhado para a construção de um parque eólico para autogeração no Complexo Eólico Cajuína, Rio Grande do Norte. A unidade terá capacidade instalada de 160 MWm, gerando 80 MWm a serem comercializados com a BRF por meio de contrato de compra e venda de energia de 15 anos.

O uso das usinas eólicas, no Nordeste, impulsiona a captação de energia limpa ao receber investimentos da iniciativa privada

O investimento estimado para o desenvolvimento do parque eólico é de aproximadamente R$ 5,2 milhões por MW instalado. A BRF disse que investirá diretamente o valor aproximado de R$ 80 milhões, a ser desembolsado durante o desenvolvimento do projeto, com início das operações previsto para 2024.

Escassez

“O projeto está em consonância com a Visão 2030, com a política de sustentabilidade da companhia e com compromisso de se tornar Net Zero em emissões de gases de efeito estufa (GEE) até 2040, tanto em suas operações como em sua cadeia produtiva”, disse a BRF, em nota.

Com a parceria, destacou a BRF, a companhia atenderá cerca de um terço de suas necessidades energéticas no Brasil, e evolui com sua meta de chegar a 2030 com mais de 50% da matriz energética proveniente de fontes renováveis, “além de mitigar riscos de escassez de abastecimento e operar com custos mais competitivos”.

Já a AES Brasil disse que o empreendimento reforça sua estratégia de crescimento e diversificação de portfólio por meio de desenvolvimento de “projetos de fontes complementares à hídrica e com contratos de longo prazo e com retornos consistentes”.

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