Etíope e queniana vencem corrida de São Silvestre

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Publicado segunda-feira, 31 de dezembro de 2018 as 10:57, por: CdB

Na competição feminina, venceu a queniana Sandrafelis Tuei, com o tempo de 50 minutos e dois segundos. Jenifer Nascimento Silva foi a brasileira mais bem colocada, com o tempo de 54 minutos e cinco segundos. Ela ficou no oitavo lugar.

Por Redação, com ABr – de  São Paulo

O atleta etíope Belay Tilahun venceu a prova da São Silvestre em São Paulo, de 22 anos, venceu a prova masculina da São Silvestre com o tempo de 45 minutos e cinco segundos. O brasileiro Giovani dos Santos ficou em oitavo lugar com o tempo de 46 minutos e 38 segundos.

Belahy Bezabh venceu a prova pela primeira vez

Na competição feminina, venceu a queniana Sandrafelis Tuei, com o tempo de 50 minutos e dois segundos. Jenifer Nascimento Silva foi a brasileira mais bem colocada, com o tempo de 54 minutos e cinco segundos. Ela ficou no oitavo lugar.

No pelotão de elite, participaram 30 competidores estrangeiros da Etiópia, do Bahrein, Quênia, de Uganda, da Tanzânia, Argentina, do Equador e da Bolívia.

O percurso teve 15 quilômetros, passando por diversos pontos de São Paulo, com largada e chegada na Avenida Paulista. A prova é tradicionalmente disputada todo dia 31 de dezembro e reuniu, este ano, 30 mil participantes.

Atletas profissionais e amadores dividiram a pista, inclusive com participantes fantasiadas. Enquanto alguns correram focados em alcançar o menor tempo, outros ficaram satisfeitos apenas em completar a prova e superar o desafio.

João Rosário, 91 anos, é um exemplo. Ele mostrou que nunca é tarde para começar a correr. “A importância da corrida na minha vida é que eu cheguei aos 91 anos fazendo atividade física. Comecei já com 67 anos. Antes, eu não praticava atividade física”, disse João participou de 20 São Silvestres e, hoje, incentiva as duas filhas, com correm ao seu lado.

Estruturas do Rio 2016

Entre agosto e setembro de 2016, instalações modernas construídas no Rio de Janeiro receberam os principais atletas olímpicos e paralímpicos do planeta durante os Jogos Olímpicos. Dois anos depois, na data que se comemora o Dia do Esporte Amador, a chama olímpica vive, com o legado da competição beneficiando jovens atletas de base e desportistas amadores brasileiros.

Um dos principais locais de disputa, o Complexo Esportivo de Deodoro, é usado em ações como o Programa Forças no Esporte (Profesp), parceria entre os ministérios da Defesa e do Esporte. Mais de 60 jovens são beneficiados por meio de aulas de vôlei, basquete e futebol. No complexo, crianças e adolescentes treinam no Centro de Hóquei sobre Grama.

A pista de atletismo do Estádio Olímpico Nilton Santos, o Engenhão, também faz parte desse legado. Em setembro, por exemplo, o local foi palco da etapa final dos Jogos Estudantis 2018 da Rede Municipal de ensino do Rio de Janeiro. A competição contou com a participação de cerca de 1,6 mil jovens atletas com idade entre sete e 15 anos, que disputaram provas de corrida, salto em distância, salto em altura, lançamento de pesos e revezamentos.

Cidadania

Nas instalações do Parque Olímpico da Barra, o programa Esporte e Cidadania para Todos leva a prática desportiva à crianças, adolescentes e jovens, de 6 a 21 anos, que vivem em situação de vulnerabilidade social no Rio de Janeiro.

Moradores do Rio de Janeiro, sobretudo os tenistas nas horas vagas, aproveitam o parque, que abrigou as disputas de modalidades como handebol, natação e esgrima. Com o aplicativo gratuito Atleta.Co, os amantes do esporte podem reservar o dia e a hora em que desejam utilizar as quadras de tênis construídas no local. Em maio, um mês após o início do projeto, mais de 400 jogos já haviam sido realizados por meio da ferramenta.

Eventos

Atualmente, a responsabilidade de administrar e viabilizar o uso das instalações é da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO), autarquia vinculada ao Ministério do Esporte. A entidade foi criada com a missão de desenvolver, por meio de parcerias com a iniciativa privada, um modelo de gestão sustentável dos equipamentos esportivos do Parque Olímpico.

Segundo a AGLO, 88 eventos foram realizados no Complexo Esportivo de Deodoro em 2017. No mesmo período, o Parque Olímpico da Barra sediou outros 85, alguns deles fora do universo esportivo, como a Comic Con e o Rock in Rio. Ao todo, essas atividades reuniram 290 mil pessoas, com quase 1,8 mil esportistas atendidos – a maior parte, atletas de base.

Saúde

A prática regular de esportes traz uma série de benefícios para a saúde das pessoas de todas as idades. Entre eles estão o fortalecimento muscular; a redução da ansiedade; o controle de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e osteoporose; e a melhora da frequência dos batimentos cardíacos e da circulação sanguínea.

As atividades podem envolver modalidades praticadas em grupo, como futebol, vôlei e basquete, por exemplo, e também exercícios mais simples, que podem ser realizados individualmente, como caminhar pelo bairro, andar de bicicleta ou nadar. O importante é escolher algo que traga prazer, que possa ser praticado com regularidade e que não seja contraindicado por seu médico.

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