EUA recorrem de decisão que impede proibição do TikTok

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Publicado sexta-feira, 13 de novembro de 2020 as 11:15, por: CdB

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que recorreu de decisão de outubro de uma juíza da Pensilvânia que impedia o governo de impor restrições ao aplicativo chinês TikTok.

Por Redação, com Reuters – de Washington

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que recorreu de decisão de outubro de uma juíza da Pensilvânia que impedia o governo de impor restrições ao aplicativo chinês TikTok.

Imagem em 3D do TikTok em frente aa bandeira dos EUA
Imagem em 3D do TikTok em frente aa bandeira dos EUA

A ordem do Departamento de Comércio teria barrado transações envolvendo o TikTok, que sua proprietária, ByteDance, alertou que causaria a proibição do uso do aplicativo nos EUA.

A Casa Branca não parecia ter pressa em executar a ordem de 14 de agosto que instruía a ByteDance a vender o TikTok.

Não houve esforços imediatos por parte do governo Trump para forçar o cumprimento dessa ordem, embora não estivesse claro se o governo aceitará um pedido da ByteDance para estender o prazo.

A apelação

O Departamento de Comércio disse em 1º de novembro que iria cumprir a decisão da juíza Wendy Beetlestone de barrar a proibição, mas disse que iria defender vigorosamente suas ações.

O TikTok não comentou de imediato sobre a apelação.

Amazon passa a usar chip próprio

A Amazon disse na quinta-feira que mudou parte do processamento feito em sua assistente de voz Alexa para chips de design próprio, com objetivo de tornar o processo mais rápido e barato, enquanto se afasta dos chips da Nvidia.

Quando usuários de dispositivos como o Echo, da Amazon, fazem uma pergunta ao assistente, a consulta é enviada a um dos datacenters da Amazon para várias etapas de processamento. Quando os computadores da Amazon emitem uma resposta, ela sai em formato de texto que deve ser traduzido em fala pelo assistente.

A Amazon antes fazia esse processo usando chips da Nvidia, mas agora a maior parte do processamento acontecerá usando seu próprio chip “Inferentia”. Anunciado pela primeira vez em 2018, o chip da Amazon é projetado de forma personalizada para acelerar grandes volumes de tarefas de aprendizado de máquina, como tradução de texto para fala ou reconhecimento de imagens.

A empresa disse que a mudança para o chip Inferentia melhorou a latência de alguns processos da Alexa em até 25%, a um custo 30% menor.

A Amazon também disse que o Rekognition, seu serviço de reconhecimento facial baseado em nuvem, começou a usar os chips, mas não informou quais chips já havia usado antes ou quanto do processamento já mudou para seus próprios chips.