Facebook libera conta de Eduardo Bolsonaro, suspensa por citar Adolf Hitler

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Publicado terça-feira, 20 de julho de 2021 as 15:25, por: CdB

Eduardo Bolsonaro teve o perfil suspenso após uma publicação com frases creditadas ao ditador alemão Adolf Hitler. O parlamentar reclama que não teve possibilidade de defesa, no entanto, é reincidente. Em junho, a empresa norte-americana já havia suspendido suas publicações no Facebook, de 8 a 14 de junho.

10h45 – de Brasília

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) recorreu há 24 horas à Justiça do Distrito Federal contra a plataforma Facebook e, no fim da tarde desta terça-feira, teve o perfil liberado pela rede social. O filho ’03′ do presidente da República foi suspenso por 30 dias, desde 14 de julho e ingressou com uma liminar contra a punição da plataforma.

Filho ’03’ do presidente, Eduardo Bolsonaro é suspenso do Facebook por citar o ditador alemão Adolf Hitler

Eduardo Bolsonaro teve o perfil suspenso após uma publicação com frases creditadas ao ditador alemão Adolf Hitler. O parlamentar reclama que não teve possibilidade de defesa, no entanto, é reincidente. Em junho, ele recorreu ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) contra a empresa norte-americana, que havia suspendido suas publicações no Facebook de 8 a 14 de junho.

A suspensão em junho ocorreu após Eduardo Bolsonaro ter publicado um vídeo de Jair Bolsonaro dizendo que a maior parte das mortes por covid-19 no Brasil não tinha sido causada pela doença. O próprio presidente admitiu que errou após o episódio.

Gabinete do Ódio

Durante todo o período da pandemia do novo coronavírus, Eduardo Bolsonaro e o pai tiveram vídeos suspensos no YouTube por propagação de desinformação. No Twitter e no Facebook, publicações também foram marcadas como falsas. O terceiro filho do mandatário também é alvo de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) como possível integrante do grupo conhecido como ‘Gabinete do Ódio’, instalado no gabinete presidencial.

Os integrantes do grupo são apontados como autores de ataques diretos à democracia brasileira com a disseminação de mensagens de ódio contra ministros da Suprema Corte e do Congresso. Alguns deles também são apontados por malversação de recursos públicos.

Matéria atualizada às 19h08 desta terça-feira, 20 de julho de 2021.

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