O fascismo judicial desenfreado

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Publicado segunda-feira, 23 de abril de 2018 as 15:39, por: CdB

Finalmente, o enorme vagão de segunda classe, apinhado dos passageiros adestrados; coniventes e omissos, apelidados de “manifestoches”. São de origens diversas, englobando desde pessoas “de bem”; formada por uma classe média privilegiada.

 

Por Val Carvalho – do Rio de Janeiro

 

Imagino o fascismo judicial como a locomotiva de um trem blindado importado dos Estados Unidos, que avança desenfreado, destruindo as instituições democráticas e o patrimônio nacional. Nela está o condutor Moro e o foguista, um trabalhador precário apelidado de “bostanaro” pelo condutor.

Val Carvalho é articulista do Correio do Brasil
Val Carvalho é articulista do Correio do Brasil

É este que alimenta a caldeira com o carvão tóxico fornecido pela empresa mais poluidora da mente do brasileiro, a Rede Globo. Para dar segurança ao trem e ao condutor, na locomotiva acompanha um atento militar do Exército.

Seguem três grandes vagões. O primeiro vagão é dos passageiros oportunistas de todos os tipos: magistrados, juízes, procuradores, policiais federais, políticos, jornalistas, banqueiros, empresários, etc.

Um antigo condutor, Joaquim Barbosa, agora é passageiro desse vagão.

Classe média e fascismo

O segundo vagão é o de luxo, para os passageiros covardes Vips, como vários ministros da Suprema Corte.

Finalmente, o enorme vagão de segunda classe, apinhado dos passageiros adestrados; coniventes e omissos, apelidados de “manifestoches”. São de origens diversas, englobando desde pessoas “de bem”; formada por uma classe média privilegiada. Até os “pobres de direita”, a massa tolerada; mas discriminada de pobretões manipulados.

Enquanto durar o carvão tóxico da poluidora Globo, o trem do fascismo judicial, enviado pelos infernos da desigualdade, do ódio e do preconceito, continuará avançando. Mas grande parte do seu carvão tóxico já foi consumido e não há sinais de reposição.

Val Carvalho é articulista do Correio do Brasil.

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