Flávio Bolsonaro processa Doria por supostas mentiras sobre preço pago por sua mansão

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Publicado segunda-feira, 9 de agosto de 2021 as 14:54, por: CdB

Em entrevista ao programa Flow Podcast, na véspera, o governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB) acusou o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) de mentir sobre o valor pago pela mansão em vive em Brasília. O valor do imóvel não seria R$ 6 milhões, mas R$ 14 milhões.

Por Redação – de Brasília

O preço da mansão comprada pelo filho primogênito do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ), acaba de ficar ainda mais alto. O preço subiu no momento em que o parlamentar resolveu abrir uma ação judicial contra o governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB).

Anúncio foi feito pelo governador João Doria em sua conta no Twitter
O governador João Doria teria recebido informações sobre o verdadeiro preço pago por Flávio Bolsonaro pela mansão, em Brasília

Em entrevista ao programa Flow Podcast, João Doria acusou Flávio Bolsonaro de mentir sobre o valor pago pela mansão em vive em Brasília. O valor do imóvel não seria R$ 6 milhões, mas R$ 14 milhões.

— Sabe o preço da mansão? R$ 14 milhões, R$ 6 milhões foi o que ele declarou e foi fazer o registro lá em Taguatinga, no cartório lá do fim do mundo para ver se ninguém descobria — afirmou o governador de São Paulo, entrevista.

Salário

Flávio Bolsonaro, por sua vez, ao tomar conhecimento da acusação, decidiu processar Doria ao alegar que ele teria mentido sobre o valor da casa de luxo. A assessoria de Flávio afirmou à mídia que “as falas irresponsáveis do governador serão cobradas na Justiça”.

O senador Bolsonaro registrou o imóvel em Brazlândia, região administrativa localizada a 62 quilômetros do imóvel, localizado no Lago Sul, região nobre da capital federal.  A compra foi financiada pelo Banco de Brasília (BRB). O salário de Flávio como senador é de R$ 24,9 mil.

O senador já responde a outros inquéritos, em juízo, por possíveis ligações com a milícia armada que domina vastas áreas na Zona Oeste do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense. Seu ex-assessor, o policial militar reformado Fabrício Queiroz seria o elo de ligação entre o parlamentar e o crime organizado.

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