Forças Armadas ficam até dezembro em Roraima

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Publicado terça-feira, 30 de outubro de 2018 as 13:21, por: CdB

O envio das tropas foi autorizado em 28 de agosto, após moradores de Pacaraima, município que faz fronteira com a Venezuela, terem expulsado venezuelanos.

Por Redação, com ABr – de Brasília

As Forças Armadas devem permanecer em Roraima até o final do ano para proteger instalações e atividades relacionadas ao acolhimento de refugiados. Decreto presidencial que prorroga o prazo do emprego das Forças na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no estado foi publicado nesta terça-feira no Diário Oficial da União.

As Forças Armadas devem permanecer em Roraima até o final do ano

O envio das tropas foi autorizado em 28 de agosto, após moradores de Pacaraima, município que faz fronteira com a Venezuela, terem expulsado venezuelanos instalados em barracas e abrigos, inclusive ateando fogo em seus pertences. Esses atos teriam sido motivados pelo espancamento de um comerciante local por quatro venezuelanos.

O emprego da Forças Armadas no Estado terá validade entre os dias 31 de outubro e 31 de dezembro, conforme prevê a portaria. Caberá ao ministro da Defesa definir como será a alocação dos meios disponíveis para o emprego do efetivo.

Servidores da Caixa em Manaus são denunciados

Três servidores da Caixa Econômica Federal em Manaus foram denunciados pelo Ministério Público Federal à Justiça pelo crime de peculato. A investigação aponta desvio de recursos federais de um contrato destinado à construção de unidades habitacionais no município de Tapauá, que fica a 449 quilômetros da capital amazonense.

O procurador da República Alexandre Jabur explica que o esquema de desvio realizado pelos servidores da Caixa envolvia o uso de contas de clientes.

– Esses empregados, por meio de contas de clientes do próprio banco, realizaram diversas transferências cujo beneficiário final seriam eles próprios. Agindo dessa forma, esses empregados incorreram no crime de peculato, que é o desvio de recursos públicos, e sujeitam-se a penas que variam de 2 a 12 anos de prisão – afirmou.

O Ministério Público Federal calcula em mais de R$ 470 mil o total de recursos desviados. A investigação começou a partir da reclamação de um cliente sobre movimentações indevidas em sua conta bancária. As transferências teriam ocorrido entre janeiro e junho de 2015. Os procuradores querem que o principal operador do esquema faça reparação ao patrimônio público federal com correções monetárias, o que pode chegar a R$ 639 mil.

Os outros dois servidores são acusados de corresponsabilidade e teriam que reparar o erário com R$ 30 mil cada, além de realizar prestação de serviços comunitários por dois anos. A ação penal aguarda recebimento pela Justiça Federal no Amazonas. Procuramos a Caixa Econômica Federal, mas, até o fechamento desta reportagem, não obtivemos retorno.

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