Forças de segurança mantêm pressão contra o crime no Rio

Arquivado em: Destaque do Dia, Polícia, Rio de Janeiro, Últimas Notícias
Publicado sexta-feira, 7 de setembro de 2018 as 12:10, por: CdB

O porta-voz disse que a pressão das forças de intervenção federal continua constante no combate ao armamento e à utilização de barricadas por traficantes em comunidades do Estado

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

O porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Carlos Frederico Cinelli, disse nesta sexta-feira que as forças de segurança têm conhecimento do que ocorreu no Complexo da Maré, e que será processado pela inteligência para alimentar outras ações do Comando Conjunto das forças de intervenção na segurança do Rio de Janeiro.

Forças de segurança mantêm pressão contra o crime no Rio, diz militar

O jornal Bom Dia Rio, da TV Globo, mostrou imagens de criminosos carregando fuzis em um baile funk no Complexo da Maré, Zona Norte da cidade, que se estendeu até esta manhã .

O porta-voz disse que a pressão das forças de intervenção federal continua constante no combate ao armamento e à utilização de barricadas por traficantes em comunidades do Estado. “Se nós permanecermos nessas comunidades isso vai cessar, como já vimos no passado, mas não é algo sustentável. Então é preciso fazer as operações para ir minando, paulatinamente, essa capacidade deles (criminosos) de, primeiro, lançar barricadas, segundo, de se armarem ostensivamente. Esse trabalho de inteligência é muito importante. Essa semana, diversos fuzis foram retirados das mãos de criminosos e é preciso continuar (com essas operações)”.

O coronel Carlo Cinelli disse que o combate ao crime nesses locais tem que ser planejado e com o uso da inteligência das forças de segurança. “Nós não trabalhamos com espasmos de reatividade. Isso é amadorismo. Temos que fazer com que o planejamento seja feito estrategicamente para que intervenções policiais pontuais sejam feitas. Estamos falando de uma área muito emblemática do Rio de Janeiro. É uma área que tem características que impedem, por exemplo, operações no momento dos flagrantes. Uma operação feita ali muito rápido e de forma açodada tem risco de danos colaterais e de efeitos sobre civis muito grande. Existem ali técnicas de procedimentos que os criminosos orientam a população a fazer que acabam revertendo contra as forças de segurança que estão lá”, disse.

O coronel deu as declarações antes do início do desfile de 7 de Setembro, no Rio de Janeiro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *