Fortes chuvas devem voltar a atingir São Paulo

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Publicado quarta-feira, 2 de dezembro de 2020 as 13:54, por: CdB

O Corpo de Bombeiros registrou pelo menos cinco ocorrências de enchente em Moema, Carapicuíba, Ipiranga, Mauá e Santo André, entre 0h e 19h15 de terça-feira. Também foram contabilizados três desabamentos. Uma mulher morreu após ter o carro atingido por uma árvore no bairro de Vila Mariana.

Por Redação, com ABr – de São Paulo

A capital paulista deve enfrentar nesta quarta-feira mais um dia de fortes chuvas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é de que ocorram trovoadas até o período da noite.

A queda de uma árvore sobre um veículo causou a morte de uma mulher
A queda de uma árvore sobre um veículo causou a morte de uma mulher

O Corpo de Bombeiros registrou pelo menos cinco ocorrências de enchente em Moema, Carapicuíba, Ipiranga, Mauá e Santo André, entre 0h e 19h15 de terça-feira. Também foram contabilizados três desabamentos. Uma mulher morreu após ter o carro atingido por uma árvore no bairro de Vila Mariana.

Em boletim, o Inmet destaca que a expectativa para toda a semana é de alto volume pluviométrico em parte das regiões Sul e Sudeste do Brasil. No Sudeste, chuvas deverão ocorrer com mais intensidade no sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no extremo sul do Espírito Santo. Os acumulados de chuva podem variar entre 40 e 100 milímetros (mm).

Para o intervalo entre os dias 9 e 17 de dezembro, a tendência é de chuvas em grande parte das regiões Centro-oeste e Sudeste, sobretudo no norte de São Paulo, Minas Gerais, Rio Janeiro e no centro-sul do Espírito Santo, com acumulados que ficam entre 50 e 120 mm.

O volume de chuvas

Segundo o Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), vinculado à prefeitura de São Paulo, o volume de chuvas registrado em novembro ficou levemente inferior à média histórica, correspondendo a 89,5% do patamar normalmente atingido. O volume esperado era de 137,1 mm, mas foi de apenas 122,8 mm. Ao todo, choveu durante de 20 dias na capital paulista.

O meteorologista do CGE Thomaz Garcia explica que as temperaturas atualmente estão um pouco mais baixas do que o padrão, desde o início da primavera, e que devem permanecer assim durante o verão.

– Temos a condição típica do fim da estação da primavera, já muito próximo do verão, que é o calor e a alta umidade. São os combustíveis para a formação de nuvens de chuva, de tempestade, comuns nessa época do ano. É normal termos já essa condição, e as chuvas vêm, realmente, com forte intensidade e em um curto espaço de tempo, principalmente no fim das tardes e à noite – diz.

– O verão é a estação em que mais chove na capital paulista, sendo janeiro o mês mais chuvoso, historicamente – finaliza.

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