A Fundação do Partido Comunista da China e suas primeiras lutas

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Publicado sexta-feira, 23 de julho de 2021 as 10:35, por: CdB

 

São enormes os ensinamentos que este longo processo transformador nos proporciona até hoje, quando a China Socialista tornou-se a maior e mais dinâmica economia do mundo, resgatou da pobreza 850 milhões de pessoas, nas últimas quatro décadas, e luta por um mundo de paz e entendimento entre os povos, sem qualquer tipo de opressão e hegemonismo.

Por Raul Carrion – de Brasília

No século XVIII, a China, com sua civilização milenar, ainda era a maior economia do mundo, destacando-se na produção de seda, porcelana e chá. A Europa, em particular a Grã-Bretanha, tinha enormes déficits com a China, que não tinha maior interesse nos produtos europeus e mantinha fortes restrições sobre o seu comércio exterior. Cantão era o único porto aberto ao comércio estrangeiro.

São enormes os ensinamentos que este longo processo transformador nos proporciona até hoje,

Após a conquista da Índia, no século XVIII, a Grã Bretanha investiu contra a China. Alegando a resistência chinesa em abrir os seus portos para as mercadorias inglesas e as restrições impostas ao comércio inglês do ópio, vindo da Índia, a Grã Bretanha, em nome do “livre comércio”,  deflagrou a primeira guerra do ópio e a obrigou a China a assinar o Tratado de Nanquim (1842), cedendo-lhe Hong Kong e mais 5 portos. Já as segunda e terceira guerras do ópio (1856 e 1858) impuseram à China a concessão de mais 11 portos às potências européias. Novas agressões ocidentais ocorreram em 1884/5 (França), 1894/5 (Japão) e 1900 (Guerra das Oito Potências).

Assim, China foi transformada em uma semi-colônia da Grã Bretanha, EUA, França, Alemanha, Áustria, Rússia, Japão e Itália e o seu povo humilhado e lançado na miséria. Em seus principais parques, podia-se ler: “proibida a entrada de cães e de chineses”…

A revolta do Reino Celestial Taiping (1851-1864) e a rebelião dos Boxers, “Punhos da Harmonia e da Retidão” (1898-1900) são alguns exemplos da luta do povo chinês contra a opressão imperialista e semi-feudal e todas foram esmagadas a ferro e fogo. Na repressão aos Boxers, o Imperador alemão Guilherme II determinou que suas tropas seguissem o exemplo de Átila, arrasando Pequim e matando todos os chineses que caíssem em suas mãos, para que “jamais ousem olhar o rosto de um alemão”.

Em 1911, foi derrubada a incompetente dinastia Qing e proclamada a República. Em Nanquim, delegados de dezesseis assembléias provinciais elegeram Sun Yat-sen, líder da burguesia chinesa, como presidente provisório, função que assumiu em 1º de janeiro de 1912. Já a Assembléia Nacional de Pequim indicou como 1º Ministro Yuan Shikai, chefe militar ligado à Inglaterra e à dinastia Qing.

Mas, a frágil burguesia chinesa era impotente para enfrentar a dominação semi-colonial e semi-feudal que existia na China. Em 12 de fevereiro de 1912, a corte manchu, após receber de Yuan Shikai a garantia de que teria uma pensão anual de quatro milhões de dólares chineses, manteria a posse do tesouro imperial e seguiria residindo na Cidade Proibida, anunciou a abdicação do imperador Puyi (então com cinco anos) e transferiu todo o poder a Yuan Shikai, o qual ignorou Sun Yat-sen como presidente e o fez renunciar, impondo uma dominação autocrática.

Sun Yat-sen criou, então, o Partido Nacionalista Republicano (Kuomintang), sucessor da sua Liga Juramentada, que apesar de ter sido vitorioso nas eleições de 1913, foi impedido por Yuan Shikai de assumir o governo. Em 1914, Yuan Shikai dissolveu a Assembleia Nacional e instaurou um regime ditatorial. Sun Yat-sen teve de exilar-se no Japão. Em fins de 1915, Yuan Shikai proclamou-se imperador, mas defrontou-se forte resistência e não conseguiu o seu intento, falecendo em junho de 1916.

Abriu-se então um período de esfacelamento político da China e de disputa entre os diversos caudilhos militares regionais, os “senhores da guerra”, cada um apoiado por um dos imperialismos. Ficou cada vez mais claro para o povo chinês que a proclamação da República era insuficiente para que a China se libertasse da opressão e da exploração imperialista e semi-feudal.

A vitória em 1917 da Revolução Russa e a sua conclamação aos povos de todo o mundo para se levantarem contra a dominação imperialista repercutiu profundamente nos setores mais avançados da intelectualidade chinesa.

A Primeiro Guerra Mundial, por sua parte, favoreceu o desenvolvimento do capitalismo e o fortalecimento do proletariado chinês, preparando o terreno para a difusão do marxismo, do qual se aproximaram destacados intelectuais como Li Dazhao, Chen Duxiu e Deng Zhongxzia.

Em junho de 1918, Li Dazhao, que era o Diretor da Biblioteca de Pequim, publicou uma Saudação à Revolução Russa, onde afirmava: “devemos (…) saudar a aurora da nova civilização (…) a nova Rússia que está fundada sobre a liberdade e o humanismo”. Nesse mesmo ano, Li Dazhao organizou um grupo de estudos sobre o marxismo, em torno da qual passaram a gravitar estudantes e professores, entre eles Mao Tse-tung, que nessa época vivia em Pequim e trabalhava na biblioteca da universidade.

Em maio de 1919, atendendo a um pedido de Chen Duxiu, então reitor da Universidade de Pequim e editor da Juventude Nova a mais influente revista chinesa da sua época, Li Dazhao organizou uma edição especial sobre o marxismo, na qual escreveu o ensaio “Minhas concepções marxistas”, que teve grande repercussão.

Desde sua adesão ao marxismo, Li Dazhao preocupou-se em adaptá-lo à realidade chinesa, um país majoritariamente camponês, tendo em conta o papel central que a teoria de Marx dava ao proletariado urbano. Afirmou, então, que assim como os capitalistas exploravam os seus operários, todo o povo chinês era explorado pelos países imperialistas e a China havia se transformado em uma “nação proletária” e o país inteiro era uma parcela do proletariado mundial. Ao mesmo tempo, ele destacava a importância dos camponeses na libertação da China: “Nossa China é uma nação rural e a maioria da classe trabalhadora é composta de camponeses. Se eles não forem libertados, toda a nossa nação não será libertada também.”

Encerrada a Primeira Guerra Mundial, os delegados chineses à Conferência de Paz de Paris, em 1919, pleitearam a abolição de todas as possessões estrangeiras na China e a retirada de suas tropas, mas foram totalmente ignorados pelas potências coloniais, que além de entregarem ao Japão as antigas concessões alemãs, ainda declararam a China “território aberto a todas as nações do mundo”.

Em repúdio a essa traição, eclodiram na China, em 4 maio de 1919, grandes manifestações contra a dominação imperialista. Iniciadas pelos estudantes, os protestos logo ganharam o apoio e participação de dezenas de milhares de operários e de parcelas da pequena burguesia. Fruto dessa luta, delegados de uniões estudantis de 30 localidades criaram, em junho de 1919, a União dos Estudantes da República da China. Apesar da forte repressão, os protestos se mantiveram por vários meses e fizeram com que a delegação chinesa fosse forçada a não assinar o Tratado de Versalhes.

Quando o Governo Soviético renunciou publicamente a todas as suas possessões e privilégios na China, a simpatia pelas as idéias marxistas e socialistas aumentou ainda mais, tanto entre os estudantes e a intelectualidade como entre os trabalhadores.

A fundação do Partido Comunista da China

A formação do Partido Comunista da China não foi fruto do acaso ou do mero desejo de um grupo de pessoas, mas decorreu de uma necessidade histórica e do amadurecimento de condições objetivas e subjetivas para o seu surgimento. Entre os principais acontecimentos que foram decisivos para a sua criação destacam-se:

A derrota da revolução republicana de 1911, dirigida pela burguesia chinesa, demonstrando sua incapacidade em dirigir de forma conseqüente a luta antiimperialista e anti-feudal, para a conquista do renascimento da nação chinesa.

O desenvolvimento capitalista da China e o surgimento de uma combativa classe operária que, ainda que pouco numerosa, mostrou ser capaz de aglutinar em torno de si a juventude estudantil e a intelectualidade progressista e de dar um rumo conseqüente às lutas camponesas.

A traição das “democracias ocidentais” em Versalhes, desnudando-se como potências coloniais sem quaisquer escrúpulos, e as grandes manifestações de maio de 1919, que sacudiram a China de norte a sul e deixaram claro que só a organização revolucionária do povo chinês o libertaria.

A vitória da Revolução Russa em 1917, que mostrou o potencial transformador das massas operárias e camponesas para eliminar todo o tipo de exploração e opressão e indicou a edificação do socialismo como o único caminho para o renascimento nacional da China.

É nesse contexto que, em abril de 1920, a Internacional Comunista estabeleceu contato com Li Dazhao e Chen Duxiu, através de Grigori Voitinsky e Yang Mingzhai, que viajaram até a China. Em maio de 1920, Chen Duxiu organizou uma sociedade de estudos marxistas em Xangai, que deu origem ao Círculo Comunista de Xangai. Em agosto de 1920, foi criada em Xangai a Liga da Juventude Socialista, que se expandiu para diversas províncias, inclusive Hunan, onde Mao Tse-tung criou um grupo de estudos sobre a Rússia e um núcleo local da Liga da Juventude Socialista.

Ainda em agosto de 1920, foi traduzido e publicado pela primeira vez na China o “Manifesto do Partido Comunista” e a seguir outras obras marxistas. Em outubro de 1920, foi constituído o Círculo Comunista de Pequim. Em novembro de 1920, o círculo comunista de Xangai criou a revista mensal e semi-legal O Partido Comunista. Entre o final de 1920 e o início de 1921, foram criados grupos comunistas em Wuhan, Changsha, Jinan e Guangzhou.

Também foram formados grupos comunistas de estudantes chineses no Japão, na Alemanha e na França. Do grupo francês, faziam parte Chou En-lai, Deng Xiao-ping, Li Li-san e Chen Yi e outros futuros dirigentes do PCCh. Na Alemanha, destaca-se Chu Teh. Esses primeiros grupos comunistas dedicaram-se a divulgar o marxismo e o socialismo, publicar periódicos, criar cursos noturnos para operários e organizar sindicatos de trabalhadores.

Em março de 1921, realizou-se um encontro de representantes desses grupos comunistas, que estabeleceu as bases políticas para a criação do Partido Comunista da China. Em 23 de julho de 1921, na Av. Wangzhi nº 106 (hoje Huangpi Nam Lu, 374), concessão francesa de Xangai, no primeiro andar da escola feminina Po Wen (fechada por conta das férias de verão), foi aberto o 1º Congresso do PCCh, com a participação de 12 delegados (entre eles Mao Tse-tung), que representavam 53 comunistas de 7 localidades (Xangai, Pequim, Changsha, Wuhan, Jinan, Guangzhou e Japão). Como observadores, participaram Maring e Nicolski, delegados da Internacional Comunista.

Ao receberem a visita, no seu último dia de trabalho, de um desconhecido e desconfiarem tratar-se de um agente policial (o que depois se confirmou), o Congresso foi suspenso, sendo concluído em uma embarcação, no lago Nanhu, província de Zhejiang. Por razões variadas, Li Dazhao e Chen Duxiu, eleito secretário-geral do Partido, não puderam estar presentes no Congresso.

O Congresso aprovou a filiação à IC, a luta pelo socialismo e o comunismo, a organização dos operários em sindicatos, mas não indicou os caminhos da “revolução democrática” na China. Será somente no seu 2º Congresso que o PCCh definirá o caminho da revolução democrática, antiimperialista e anti-feudal.

Assim que foi criado, o PCCh precisou ir para a clandestinidade, devido às perseguições. Os primeiros anos foram de busca de enraizamento na classe operária e de combativas greves. A violenta repressão cobrou muitas vidas dos comunistas.

A primeira guerra civil revolucionária

Com o apoio de um grupo de pequenos “senhores da guerra”, simpáticos à República, Sun Yat-sen retornou a Cantão, em 1923, e proclamou-se o governante legal da China. Em seguida, procurou o apoio da União Soviética e dos comunistas chineses para consolidar e expandir o seu poder.

Incentivado pela IC, o 3º Congresso do PCCh, em julho de 1922 aprovou uma aliança com Sun Yat-sen e com o Kuomintang. Foi feito um acerto com o próprio Sun Yat-sen para que vários militantes comunistas se filiassem em caráter individual ao Kuomintang, inclusive Li Dazhao e Mao Tse-tung, com o objetivo de ajudá-lo a assumir posições mais avançada. O 1º Congresso do Kuomintang, em 1924, aprovou a aliança com a Rússia e com o Partido Comunista, assim como o seu apoio aos camponeses e operários. Uma quarta parte dos eleitos para a direção do Kuomintang eram comunistas.

Essa aliança fortaleceu o Kuomintang e o PCCh e passou a contar com o apoio, inclusive militar, da URSS, a qual enviou conselheiros militares e colaborou na criação da Academia Militar de Huangpu, em maio de 1924, que passou a ter Chiang Kai-shek como comandante e Chou En-lai como vice-diretor do departamento político.

Em 1925, o renovado exército do Kuomintang derrotou os outros caudilhos militares de Cantão e unificou toda a província. Em março de 1925, faleceu Sun Yat-sen, aliado sincero dos comunistas, e Chiang Kai-shek, ligado a setores de direita, assumiu a liderança do Kuomintang, colocando em cheque a aliança com os comunistas. A direção do PCCh, liderada por Chen Duxiu com o apoio dos delegados da IC, ficou temerosa de um rompimento e dobrou-se às pressões de Chiang Kai-shek, contribuindo para o fortalecimento da ala direita do Kuomintang.

Em março de 1926, Chiag Kai-shek afastou os comunistas e os conselheiros soviéticos da Academia Militar de Huangpu e do 1º Corpo do Exército e decretou o Estado de Sítio. Chou En-lai chegou a ser preso, mas depois foi solto. A proposta de Mao Tse-tung e Chou En-lai de realizar um contra-ataque, tendo em conta a influência dos comunistas no Exército, foi descartada. A seguir, Chiang Kai-shek fez um verdadeiro expurgo dos comunistas nos postos de direção do Kuomintang.

Mas como precisava do apoio da URSS e do PCCh para a Expedição ao Norte, que estava por iniciar, Chiang Kai-shek suspendeu por um tempo os seus ataques aos comunistas. As grandes vitórias obtidas pela Expedição ao Norte, à medida que avançava, desencadearam um auge revolucionário nos campos e nas cidades, mas a direção do PCCh abdicou de fortalecer-se frente a Chiang Kai-shek, que cada vez mais concentrava em suas mãos o controle do exército e confabulava com as potências imperialistas.

Em 12 de abril de 1927, Chiang Kai-shek rompeu traiçoeiramente a aliança com os comunistas. A partir de então, até meados de 1928, foram assassinados mais de 300 mil revolucionários, entre os quais 26 mil comunistas. O PCCh – que no auge da luta havia contado com cerca de 60 mil filiados – ficou reduzido a pouco mais de 10 mil membros e teve de mergulhar na mais dura clandestinidade, com boa parte de seus militantes indo para as áreas rurais, para iniciar uma longa resistência armada, que 22 anos depois, em 1º de outubro de 1949 – levou os comunistas ao poder.

A longa marcha rumo a um socialismo com características chinesas

Desde então, o Partido Comunista da China, que neste ano comemora um século de lutas, travou incontáveis batalhas, passando pela Segunda Guerra Civil Revolucionária contra Chiang Kai-shek  (1927-1937), pela Guerra de Libertação contra o Japão (1937-1945) e pela 3ª Guerra Civil Revolucionária (1946-1949), quando derrotou Chiang Kai-shek e os Estados Unidos e conquistou o Poder.

Nessa caminhada, o PCCh acertou e teve erros, acumulou vitórias e sofreu reveses, mas se manteve sempre  fiel ao seu povo e ao objetivo de liquidar com a opressão imperialista e o jugo feudal-capitalista.

São enormes os ensinamentos que este longo processo transformador nos proporciona até hoje, quando a China Socialista tornou-se a maior e mais dinâmica economia do mundo, resgatou da pobreza 850 milhões de pessoas, nas últimas quatro décadas, e luta por um mundo de paz e entendimento entre os povos, sem qualquer tipo de opressão e hegemonismo.

Concluo, destacando cinco importantes contribuições dadas peloo PCCh aos revolucionários de todo o mundo nessa sua vitoriosa trajetória de 100 anos:

O PCCh conduziu a primeira revolução vitoriosa em uma nação semi-colonial e semi-feudal, desbravando novos caminhos para a teoria marxista-leninista e rompendo na prática com a falsa idéia da existência de um “modelo único” de revolução e de uma “receita” única para a conquista do poder pela classe operária.

O PCCh deu uma enorme contribuição na elaboração e compreensão do processo de “guerra popular prolongada” para a conquista do poder nos países predominantemente camponeses e de reduzida classe operária industrial, caminho alternativo à insurreição urbana da Revolução Russa. Igualmente inovou ao teorizar que nesses casos ainda que a classe dirigente seja a classe operária, através do seu Partido, a força principal da revolução será o campesinato.

Vitoriosa a revolução chinesa, o PCCh elaborou criadoramente o conceito da “Nova Democracia” para o novo poder revolucionário, baseado na aliança da classe operária com o campesinato, a pequena burguesia urbana e a burguesia nacional, essencial para a transição de uma China semi-colonial e semi-feudal para uma nação soberana, próspera e socialista. Conceito que, adaptado às diferentes realidades, foi fundamental para as revoluções em países coloniais, semi-coloniais e dependentes.

Após o XX Congresso do PCUS, em 1956, que deu origem ao revisionismo kruchovista e a sérios retrocessos na União Soviética, o PCCh, em uma atitude de grande coragem, denunciou e fez uma profunda crítica do revisionismo contemporâneo, o que foi fundamental para que o movimento comunista internacional não caísse todo ele no oportunismo.

Perseverando no caminho do socialismo e do internacionalismo proletário e fiel ao espírito do marxismo-leninismo, o PCCh nunca titubeou em fazer a autocrítica dos seus próprios erros – inevitáveis na construção de uma nova sociedade, que almeja acabar com toda a forma de opressão e exploração. Assim, em fins de 1978, o PCCh iniciou profundas reformas econômicas e sociais que, mantendo o rumo do socialismo, desbravaram novos caminhos para a construção de um socialismo moderno e renovado. Através delas, a República Popular da China transformou-se na maior e mais dinâmica economia do mundo e tornou-se fonte de inspiração de todos aqueles que lutam pelo socialismo.

Por tudo isso, os 100 anos do Partido Comunista da China são motivo de orgulho e alegria dos comunistas de todo o mundo e dos povos que almejam um futuro livre de todo tipo de opressão e exploração.

Longa vida para o Partido Comunista da China e para a Revolução Chinesa!

 

Raul Carrion, é historiador e membro da Comissão Política do PCdoB/RS. Foi vereador de Porto Alegre em três legislaturas e deputado estadual do RS por duas legislaturas. Atualmente, preside a Fundação Maurício Grabois-RS.

As opiniões aqui expostas não representam necessariamente a opinião do Correio do Brasil

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