Galaxy S10: Samsung diz que corrigirá problema de reconhecimento de impressões digitais

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Publicado quinta-feira, 17 de outubro de 2019 as 12:13, por: CdB

O problema pode acontecer quando os padrões de alguns protetores que vêm com capas de telefone de silicone são reconhecidos junto com as impressões digitais. 

Por Redação, com Reuters – de Seul/Estocolmo

A Samsung disse nesta quinta-feira que em breve lançará uma atualização de software para corrigir problemas com o reconhecimento de impressão digital em seu smartphone Galaxy S10.

A Samsung disse nesta quinta-feira que em breve lançará uma atualização de software para corrigir problemas
A Samsung disse nesta quinta-feira que em breve lançará uma atualização de software para corrigir problemas

Uma usuária britânica disse ao jornal Sun nesta semana que um bug em seu Galaxy S10 permitia que ele fosse desbloqueado, independentemente dos dados biométricos registrados no dispositivo.

Depois que ela comprou um protetor de tela de terceiros, seu marido conseguiu desbloquear o telefone usando a impressão digital, mesmo que não estivesse registrada.

O problema pode acontecer quando os padrões de alguns protetores que vêm com capas de telefone de silicone são reconhecidos junto com as impressões digitais, disse a gigante sul-coreana em um aviso em seu aplicativo de suporte ao cliente.

Lançados em março, os telefones da série Galaxy S10 têm um sensor no display que usa ultrassom para detectar os sulcos das impressões digitais, que a Samsung considerou um recurso de autenticação biométrica “revolucionária”.

Ericsson

A fabricante de equipamentos de telecomunicações Ericsson superou as expectativas de lucro trimestral nesta quinta-feira e elevou previsão para o mercado de redes de telefonia para este ano e meta de vendas para 2020, dizendo que a demanda por redes 5G está subindo mais rapidamente do que o esperado.

As redes 5G estão no centro de uma guerra de tecnologia entre os Estados Unidos e a China, pois espera-se que elas realizem funções críticas desde em veículos autônomos a redes elétricas inteligentes e comunicações militares, ressaltando sua importância para a segurança nacional.

A Ericsson, da Suécia, que, juntamente com a finlandesa Nokia e a chinesa Huawei, vende a maior parte dos equipamentos de rede de telefonia sem fio 5G, disse que agora visa vendas de 230 bilhões a 240 bilhões de coroas suecas (US$ 23,5 a US$ 24,5 bilhões) em 2020, acima dos 210-220 bilhões de coroas previstos anteriormente.

– Vemos um ritmo muito mais rápido na introdução do 5G do que o esperado – disse o presidente-executivo da Ericsson, Borje Ekholm, em teleconferência, citando demanda forte particularmente nos Estados Unidos e na Coreia do Sul.

– Deveríamos ter esperado isso? Até certo ponto sim, mas a realidade é que está acontecendo ainda mais rápido do que esperávamos há alguns meses.

O lucro operacional ajustado da empresa sueca no terceiro trimestre aumentou para 6,5 bilhões de coroas, ante 3,8 bilhões no ano anterior, correspondendo a uma margem de 11,4% e superando a previsão média de 5,2 bilhões de coroas de acordo com pesquisa da Refinitiv com analistas.

Ainda assim, a Ericsson manteve meta de margem operacional de mais de 10% para 2020, citando pressão de curto prazo de alguns contratos e custos iniciais mais altos para novos produtos 5G.

A empresa disse que espera que as implantações de 5G na China, onde investiu para ganhar participação de mercado, iniciem “no curto prazo”, acrescentando que provavelmente terão “margens desafiadoras” inicialmente.

A companhia mudou a meta de margem para 2022 para 12-14%, ante mais de 12% anteriormente.

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