Golpistas venezuelanos planejavam um banho de sangue na fronteira

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Publicado segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019 as 13:35, por: CdB

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acredita que as entregas de ajuda humanitária são uma manobra para derrubar seu governo.

Por Redação, com Sputnik – de Caracas

O ministro da Comunicação e Informação da Venezuela, Jorge Rodríguez, acredita que a oposição tenha planejado assassinar as pessoas que passariam pela ponte Simón Bolívar, no Estado de Táchira, após a entrada da ajuda humanitária ao longo da fronteira entre Colômbia e Venezuela.

Tentativas de levar ajuda para a Venezuela ocasionaram confrontos no sábado, entre militares venezuelanos e manifestantes

Em comentário à agência russa de notícias Sputnik, Rodríguez revelou o plano da oposição e afirmou que graças ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, o atentado foi evitado.

– A primeira operação de falso positivo (proposital) foi apreender dois terroristas, roubar um tanque, atravessar a ponte Simón Bolívar e atropelar quem estivesse no caminho, assassinar e depois dizer que foi a Guarda Nacional, que foi o governo de Nicolás Maduro (…), porque a intenção era assassinar todas as pessoas que diariamente cruzam a ponte em uma operação já planejada – declarou o ministro em coletiva de imprensa no Palácio de Miraflores, seda da Presidência venezuelana, em Caracas.

Rodríguez destacou que o governo já sabia com antecedência o que a oposição estava planejando, então um dia antes o presidente Maduro ordenou o fechamento das pontes fronteiriças com a Colômbia.

– Felizmente, o presidente Nicolás Maduro decidiu fechar as pontes, talvez você esteja vivo ou viva porque o presidente Maduro fechou a ponte Simón Bolívar –acrescentou.

Entretanto, o ministro prestou atenção ao fato de que os caminhões foram queimados pela mesma oposição e assegurou que não havia ajuda humanitária dentro deles.

– Há sinais de que nesses caminhões não havia nada, estando predestinados a serem queimados – indicou.

Assim, Rodríguez mais uma vez reiterou que a ajuda humanitária era um plano para atacar o país latino-americano.

– Com a política de Juan Guaidó (autoproclamado presidente interino do país) tudo já está claro, toda essa ajuda humanitária é só uma agressão contra a Venezuela – enfatizou.

Tentativas de levar ajuda para a Venezuela ocasionaram confrontos no sábado, entre militares venezuelanos e manifestantes, para que os caminhões carregados de ajuda humanitária não cruzassem a fronteira do país sem permissão.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acredita que as entregas de ajuda humanitária são uma manobra para derrubar seu governo.

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