Google garante contrato com Departamento de Defesa dos Estados Unidos

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Publicado quarta-feira, 20 de maio de 2020 as 13:45, por: CdB

O acordo permite que a Unidade de Inovação em Defesa execute aplicativos em plataformas, incluindo o Google Cloud, Amazon Web Services e Microsoft Azure, enquanto é gerenciada pelo Google Cloud Console, informou a empresa.

Por Redação, com Reuters – de São Francisco

O Google Cloud, da Alphabet, disse nesta quarta-feira que obteve acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos para ajudar a combater ameaças cibernéticas.

Logotipo do Google Cloud na frente de escritórios da empresa na California
Logotipo do Google Cloud na frente de escritórios da empresa na California

O acordo permite que a Unidade de Inovação em Defesa execute aplicativos em plataformas, incluindo o Google Cloud, Amazon Web Services e Microsoft Azure, enquanto é gerenciada pelo Google Cloud Console, informou a empresa.

O valor do contrato pode chegar a sete dígitos, informou o site de notícias Axios, citando uma resposta da empresa.

O Google anteriormente havia feito uma oferta por um contrato de computação em nuvem de 10 bilhões de dólares com o Departamento de Defesa, que foi concedido à Microsoft.

Microsoft

A Microsoft anunciou nesta terça-feira que planeja lançar uma versão modificada de sua plataforma de computação em nuvem para atender às necessidades das organizações de saúde.

A Microsoft disse que reunirá todas as suas tecnologias em um pacote chamado “Microsoft Cloud for Healthcare”. O sistema permitirá que os hospitais armazenem dados captados durante interações com pacientes.

Por exemplo, um paciente pode primeiro visitar o site do portal de pacientes de uma organização de serviços de saúde. As perguntas iniciais seriam respondidas por um chatbot programado por profissionais de saúde, mas depois encaminhadas a um agente de serviço que poderia fazer mais perguntas e agendar uma consulta virtual com enfermeiros ou médicos. Essa visita poderia ser realizada pela ferramenta de videoconferência da companhia, Microsoft Teams.

Se o paciente vier pessoalmente a uma clínica para uma consulta de acompanhamento, todos os dados das interações anteriores estarão disponíveis para o profissional de saúde que o atender.

A Microsoft disse que pretende oferecer o sistema de saúde como um teste gratuito nos próximos seis meses. A empresa também planeja oferecer no futuro mais softwares de computação em nuvem específicos para determinados setores, mas não informou quais seriam esses setores.

Facebook

O Facebook está adquirindo o Giphy, um popular site para criar e compartilhar GIFs, disse a empresa em seu blog na semana passada.

O custo, que não foi divulgado, foi estimado em cerca de 400 milhões de dólares pelo site de notícias Axios. As empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

O anúncio chega em um momento em que a maior rede social está sob escrutínio de órgãos reguladores por questões antitruste.

O Giphy se tornará parte do Instagram e sua biblioteca de GIFs, que pode se integrar a outros aplicativos, será ainda mais integrada ao Instagram e outras plataformas de propriedade do Facebook.

– As pessoas ainda poderão fazer upload de GIFs; desenvolvedores e parceiros de API continuarão a ter o mesmo acesso às APIs da Giphy; e a comunidade criativa da GIPHY ainda poderá criar um ótimo conteúdo – disse Vishal Shah, vice-presidente de produto do Instagram, em publicação no blog.

– Continuaremos disponibilizando o Giphy abertamente para o ecossistema em geral – disse o Giphy em post no Medium.

O Facebook disse que 50% do tráfego do Giphy vem de seus aplicativos, com metade desse tráfego vindo do Instagram.

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