Governador do Rio apóia planos de legalização do jogo no Estado e no país

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Publicado quarta-feira, 9 de janeiro de 2019 as 15:04, por: CdB

Witzel quer que a bancada fluminense se empenhe na legalização do jogo no país, o que poderá beneficiar diretamente o Estado, principal portão de entrada de estrangeiros no Brasil e o maior destino turístico interno.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

Governador do Rio, Wilson Witzel, alertou que o Estado poderá chegar em julho sem dinheiro suficiente para honrar os compromissos. Até lá, para aumentar a arrecadação, WW2, como é chamado o governador por seus subordinados, defendeu a legalização do jogo no país; em especial, no Rio de Janeiro.

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— Estamos, realmente, com muitas dificuldades. Nós, se mantivermos o ritmo, sem fazer nenhuma medida de contingência, sem negociação, vamos chegar em julho sem dinheiro. Estamos com um deficit de mais de R$ 8 bilhões, restos a pagar de mais de R$ 11 bilhões, e precisamos agir. Precisamos cobrar do sonegador, precisamos cobrar a dívida ativa. Precisamos nos empenhar — disse.

Leniência

Witzel quer que a bancada fluminense se empenhe na legalização do jogo no país, o que poderá beneficiar diretamente o Estado, principal portão de entrada de estrangeiros no Brasil e o maior destino turístico interno.

— Nós estamos empenhados em aprovar agora a legislação que permite a instalação de cassinos no Estado do Rio de Janeiro. Não é possível que, só em Las Vegas, pessoas gastem fortunas. Aqui também há espaços para sediar cassinos e têm oportunidades para isso. É só aperfeiçoar os mecanismos de controle e não haverá nenhum tipo de problema. Certamente, o Estado muito ganhará e vai se beneficiar — disse Witzel.

O governador de extrema-direita também fez um apelo aos procuradores do Estado para que, juntamente com a Secretaria de Fazenda, encontrem-se soluções para não chegar no fim do ano com um deficit bilionário. Uma das ações, segundo o novo procurador, será firmar acordos de leniência com grandes devedores que se interessarem em regularizar a situação com o Erário.

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