Governo de mandatário neofascista sofre críticas em todo o arco político no Congresso

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Publicado terça-feira, 30 de março de 2021 as 16:27, por: CdB

Líder da ‘bancada da bala’, o deputado Capitão Augusto, presidente da Frente Parlamentar da Segurança, revelou a insatisfação nas polícias militares com o atual governo. O deputado comentou junto a jornalistas, nesta terça-feira, que é irreal a possibilidade de um motim.

Por Redação – de Brasília

Errático e atabalhoado, o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não consegue agradar gregos ou troianos. As reclamações e críticas desde a extrema direita à centro esquerda marcam estes últimos dias do mandatário neofascista no poder. No Parlamento, desde a ultradireita representada pela chamada ‘bancada da bala’, até o PT, Bolsonaro está sob pressão

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), expulso do Exército, recebe a resposta dos comandantes militares, que deixaram os cargos nesta manhã

Líder da ‘bancada da bala’, o deputado Capitão Augusto, presidente da Frente Parlamentar da Segurança, revelou a insatisfação nas polícias militares com o atual governo. O deputado comentou junto a jornalistas, nesta terça-feira, que é irreal a possibilidade de um motim, apesar da insatisfação das Polícias Militares e negou qualquer problema institucional.

— Vê-se que foi um caso isolado — reconheceu.

‘Inaceitável’

Mas o deputado não deixou passar a relação do presidente com a chamada ‘bancada da bala’, no Congresso. Na avaliação de Capitão Augusto, apesar das promessas de Bolsonaro, “na realidade, acabamos perdendo mais nestes dois anos que nos últimos dez”, afirmou.

Do outro lado do arco político, o deputado federal Jorge Solla (PT-BA) também avalia mal a demissão coletiva dos chefes das Forças Armadas, ocorrida nesta terça-feira. Segundo Solla, está aberta uma “crise sem precedentes nas Forças Armadas no país”, que reagiram a uma tentativa de golpe por Jair Bolsonaro. 

Pelo Twitter, Jorge Solla classificou como “inaceitável” o silêncio da maioria do Congresso sobre a crise nas Forças Armadas brasileiras. “Bolsonaro tentou dar um golpe, foi derrotado e agora demite quem o impediu. Vão deixar ele tentar de novo? Nobres colegas, tenham hombridade e respeito à Constituição que juraram”, concluiu o parlamentar.

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