Governo pretende vacinar toda população em 2021, diz Pazuello

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Publicado quinta-feira, 10 de dezembro de 2020 as 12:35, por: CdB

O governo federal pretende vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 em 2021, disse nesta quinta-feira em entrevista à rádio Jovem Pan o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Por Redação, com Reuters – de Brasília

O governo federal pretende vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 em 2021, disse nesta quinta-feira em entrevista à rádio Jovem Pan o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

O governo federal pretende vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 em 2021
O governo federal pretende vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 em 2021

– Em 2021 – disse o ministro quando indagado qual seria o prazo fixado pelo governo federal para que toda população brasileira esteja vacinada.

– Acreditamos que a gente chegue na metade de 2021, início do segundo semestre já com bastante cobertura – acrescentou o ministro na entrevista à emissora.

Pazuello também afirmou que a população terá de conviver com o coronavírus e previu que a vacinação terá de ser repetida periodicamente.

Compreensão dos resultados

– Vamos ter que vacinar periodicamente. A periodicidade dessa vacina vai depender da compreensão desses resultados, dos anticorpos – acrescentou.

Segundo Pazuello, o ministério vai comprar a CoronaVac, candidata a vacina da chinesa Sinovac que está sendo testada no Brasil pelo Instituto Butantan, caso esteja registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tenha um preço que esteja dentro da lógica.

– Tem muita fumaça nessa discussão – disse o ministro, em aparente referência ao embate político envolvendo a CoronaVac e protagonizado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e pelo presidente Jair Bolsonaro, que são desafetos políticos.

Butantan

Pazuello disse que o ministério tem em vigor um memorando de entendimentos não vinculante com o Butantan, que pode levar à compra da vacina, que será produzida localmente no instituto, pela pasta.

– Nós nunca deixamos de fazer conversas bilaterais e acompanhamento com o Butantan – disse.

– Sim, em português claríssimo, sim, vamos comprar as vacinas, caso sejam registradas e comprovadas com o preço dentro da lógica correta – assegurou.