segunda-feira, 16 de outubro de 2017 • ANO XVII • N° 6.476

6 Comments

  1. 6

    Marcia Eloy

    Quem se interessar pelo assunto eu vi um docomentário chamado “Marcados para morrer”, onde o padre Ricardo que viveu no sul do Pará conversa com as famílias que tiveram um ou mais de um de seus familiares mortos. Muito bom.

  2. 5

    Francisco Oséas Valadares

    Não entendo como um governo, que se diz de esquerda, ficar inerte ante aos assassinatos covarde de trabalhadores rurais por latifundiários e madeireiros. João Goulart presidente latifundiário foi muito mais autêntico e audacioso que os atuais governantes de esquerda, pelo menos não amor ao poder em detrimento de seus ideais. É preciso dar um basta nessa questão

  3. 4

    alipio

    Admiro os trabalhadores que lutam contra a destruição da floresta, apesar do extremo perigo que correm todo momento. Eles sabem que sua vida, de seus filhos e netos depende da floresta em pé. Depois da floresta destruída farão apenas o número dos miseráveis vivendo nas favelas aumentar. de pendendo de auxílios públicos. Em nome do progresso, devasta-se, mata-se, vota-se a favor para anistiar bandidos, dizendo que que é para ajudar o pequeno colono que está ilegal. Quanta sacanagem!
    Até quando vamos aturar tanta mentira! E o Aldo, com todos seus parceiros de partido, diz o quê, agora que defende os poderosos?

  4. 3

    Ulisses G.

    A situação se agravou sim, a começar pela deposição do Jango.
    Tudo a favor dos “grandes” que se apossam da floresta, a desmatam, colocam bois e lavam o dinheiro desonesto.
    Não sei de qual comunidade ou associação pertencem todas estas vítimas deste assentamento, mas isto já se transformou em um extermínio em massa, como se denuncia ocorrer entre etnias orientais. Aqui é banal!

    Se houvesse algo contra o movimento, certamente já estaria nos jornais e na Globo. Mas como se demonstra, a questão é que este assentamento procura sobreviver sem agredir a floresta e os madeireiros a querem transformar em carvão e cinzas.
    Lembro-me de ler nos anos 60/70 na revista Seleções Reander’s (in)Digest que toda vez que a Klu Klus Klan matava um negro, o FBI ia até seus líderes e dizia que “na próxima vez eles seriam responsabilizados. Adolescente eu já fiquei chocado. Aqui, a PF está sempre (indo lá) para impedir novos assassinatos. Esta notívia vai se repetir na próxima semana, quer apostar?

  5. 2

    Cosme Mendes de Almeida

    É de se esperar , pois atá agora os últmos presidentes que nosso país teve, não fizeram nada em relação a destruição da Amazonia,Mato Grosso ,Pará. Também não fazem nada com relação as fronteiras com aos países que mandam suas drogas para o Brasil, especialmente o Paraguai , e ainda criam os camelodramos.
    Enquanto isto inocentes morrem.

  6. 1

    Leônidas Costa Andrade

    É muito triste saber que num país onde há espaço de sobra para todos e que inclusive acolhe estrangeiros que buscam terras para plantar (legalmente ou não) ainda exista gente sendo assassinada por disputa de terra, principalmente quando se sabe que os assassinos são (via de regra) pistoleiros profissionais a mando de latifundiários / bandidos que muito provavelmente no momento do crime estão sentados à mesa com autoridades políticas de alto escalão.
    Já adentramos o nono ano de governo social-trabalhista e nada parece estar sendo feito no sentido de se promover uma verdadeira reforma-agrária que traga paz ao campo, João Goulart (o Jango) já na década de 60 do século passado debruçara sobre este problema com muito maior interesse do que se vê hoje no nosso governo, e olha que já se passaram mais de 50 anos e a situação só se agravou.

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