Huawei minimiza impacto de nova extensão de licença dos Estados Unidos

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Publicado terça-feira, 19 de novembro de 2019 as 11:11, por: CdB

A Huawei minimizou uma nova prorrogação de 90 dias do governo Trump da licença que permite que a empresa continue fazendo negócios com companhias norte-americanas.

Por Redação, com Reuters – de Washington/Brasília

A Huawei minimizou uma nova prorrogação de 90 dias do governo Trump da licença que permite que a empresa continue fazendo negócios com companhias norte-americanas afirmando que não faz muita diferença e repetindo que estava sendo tratada injustamente.

Huawei minimiza impacto de nova extensão de licença dos EUA
Huawei minimiza impacto de nova extensão de licença dos EUA

Os reguladores dos EUA estão elaborando regras para as empresas de telecomunicações que apresentam riscos à segurança nacional. Mas depois de adicionar a Huawei a uma lista negra comercial em maio, o Departamento de Comércio permitiu que a empresa compre alguns produtos fabricados nos EUA.

As extensões de 90 dias da licença visam minimizar os problemas de seus clientes, muitos dos quais operam redes em áreas rurais do país.

A Huawei disse na segunda-feira que a mais recente extensão “não teria um impacto substancial nos negócios da empresa”.

O fato

“Essa decisão também não altera o fato de que a Huawei continua sendo tratada injustamente”, afirmou a empresa chinesa.

Pequim reiterou nesta terça-feira que espera que as empresas chinesas sejam tratadas de maneira justa.

– Pedimos aos EUA que parem de abusar dos controles de exportação para discriminar as empresas de outro país em nome da segurança nacional e que parem de politizar um problema comercial – disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang nesta terça-feira.

WhatsApp baniu 400 mil contas do Brasil

O aplicativo de mensagens por telefone celular WhatsApp informou ter banido mais de 400 mil contas do Brasil durante as eleições gerais do ano passado por práticas que violam os termos do serviço, segundo documento encaminhado pela empresa à CPMI das Fake News na segunda-feira.

As contas foram banidas entre 15 de agosto e 28 de outubro de 2018 e não há informação sobre quais candidatos teriam sido potencialmente beneficiados ou prejudicados.

A plataforma disse no comunicado aos parlamentares que “proíbe expressamente o uso de qualquer aplicativo ou robô para enviar mensagens em massa ou para criar contas ou grupos de maneiras não autorizadas ou automatizadas”.

“Como o WhatsApp é uma plataforma criptografada, nossas decisões contra atividades automatizadas e de envio de mensagens em massa são baseadas no comportamento das contas ao invés do conteúdo de mensagens”, esclareceu o grupo empresarial.

O aplicativo disse que também aprimorou o produto de maneira significativa para limitar a disseminação viral de mensagens e colocar mais controle nas mãos dos usuários. “Nós limitamos o encaminhamento de mensagens para 5 conversas por vez e incluímos rótulos de mensagem ‘encaminhada’ e ‘altamente encaminhada’ para ajudar os usuários a identificar conteúdo não pessoal”, citou.

Nas eleições passadas, o uso de redes sociais no país foi marcante. Simpatizantes de Jair Bolsonaro, presidente eleito e crítico dos meios tradicionais de comunicação, se valeram dessas plataformas para se comunicar e divulgar informações de campanha.

 

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