IGP-DI registra inflação de 0,50% em setembro

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Publicado terça-feira, 8 de outubro de 2019 as 11:02, por: CdB

Dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que o IGP-DI acumula 4,39% no ano e 3% em 12 meses.

Por Redação, com ABr – de Brasília

O Índice Geral de Preços–Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 0,50% em setembro. Em agosto, o indicador havia tido uma deflação (queda de preços) de 0,51%. Segundo dados divulgados nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-DI acumula 4,39% no ano e 3% em 12 meses.

Apesar da alta em relação a agosto, o índice caiu em relação a setembro do ano passado, quando houve inflação de 1,79% no mês e de 10,33% em 12 meses.

O IGP-DI caiu em relação a setembro do ano passado, quando houve inflação de 1,79% no mês e de 10,33% em 12 meses
O IGP-DI caiu em relação a setembro do ano passado, quando houve inflação de 1,79% no mês e de 10,33% em 12 meses

A alta da taxa de agosto para setembro deste ano foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 0,69% em setembro. Em agosto, os preços haviam caído 0,90%.

O Índice Nacional de Custo da Construção também subiu, mas de forma mais moderada, ao passar de uma taxa de inflação de 0,42% em agosto para uma alta de preços de 0,46% em setembro.

E o Índice de Preços ao Consumidor ficou estável em setembro. Em agosto, houve inflação de 0,17%.

Queda de 0,01% em julho

Em agosto dados da Fundação Getulio Vargas mostrou que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,01% em julho, após a alta de 0,63% em junho. Com isso, acumula alta de 4,39% no ano e de 5,56% em 12 meses. Em julho de 2018, o índice havia subido 0,44% e acumulava 8,59% em 12 meses.

Também segundo o Ibre/FGV, o Índice de Preços ao Consumidor – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,31% em julho, após cair 0,02% em junho. O acumulado em 12 meses é de 3,87%. O grupo Habitação deu a principal contribuição para a alta, passando de -0,10% para 1,02%, com a maior alta na taxa da eletricidade residencial, que passou de -2,21% para 5,56%. Alimentação também teve alta, indo de -0,09% para 0,35%, com grande influência das frutas (-4,02% para 3,38%), gasolina (-2,53% para -1,93%) e alimentos para animais domésticos (-1,78% para 2,32%).

Apresentaram desaceleração na variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,85% para -0,03%), Vestuário (0,49% para -0,24%), Comunicação (0,24% para 0,03%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,41% para 0,38%). Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,58% em julho, depois do acréscimo de 0,88% no mês anterior.

O acumulado de 12 meses está em 3,82%. Materiais e Equipamentos passaram de 0,05% para 0,24%, Serviços foram de 0,24% para 0,34% e Mão de Obra estava em 1,57% em junho e fechou julho com 0,84%.

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