Índia diz que Tesla não deve importar carros da China para venda no país

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Publicado terça-feira, 26 de abril de 2022 as 11:46, por: CdB

A Tesla tem pressionado autoridades em Nova Délhi há quase um ano para cortar tarifas de importação, que o bilionário presidente-executivo da empresa, Elon Musk, diz estar entre as mais altas do mundo.

Por Redação, com Reuters – de Nova Délhi/Pequim

A fabricante norte-americana de veículos elétricos Tesla é bem-vinda para se estabelecer na Índia, fabricar carros no país para venda e exportá-los, mas não deve importar veículos da China, disse o ministro indiano dos Transportes nesta terça-feira.

Fabricante norte-americana de veículos elétricos Tesla

– Fabricar na China e vender aqui não é uma boa proposta – disse o ministro, Nitin Gadkari, durante uma conferência do governo.

A Tesla tem pressionado autoridades em Nova Délhi há quase um ano para cortar tarifas de importação, que o bilionário presidente-executivo da empresa, Elon Musk, diz estar entre as mais altas do mundo.

Mas seus esforços estão em um impasse, já que a Tesla não revelou um plano firme para investir na Índia, um passo que estaria alinhado com a visão “Faça na Índia”, do primeiro-ministro, Narendra Modi, para impulsionar a criação de empregos no país.

Destróier de mísseis guiados dos EUA chega à Índia

A Marinha dos EUA informou na segunda-feira que seu destróier de mísseis guiados USS Momsen (DDG 92), da classe Arleigh Burke, chegou ao porto indiano de Goa.

A instituição americana afirmou que a embarcação foi enviada ao local para apoiar um Indo-Pacífico aberto e livre.

Além disso, o Momsen, que faz parte da 7ª Frota dos EUA, geralmente apoia missões em apoio da segurança e estabilidade na região.

A Marinha americana envia frequentemente suas embarcações à região para realizar exercícios e provocar a China com relação a Taiwan, um ponto que virou seu novo instrumento de interesse.

Anteriormente, foi revelado que um “reduzido número” de tropas dos EUA estava ilegalmente implantado em Taiwan desde, pelo menos, 2008 e que mais de 600 militares teriam estado na ilha nos últimos dois anos.

Tecnicamente, os militares dos EUA e a Guarda Costeira estão proibidos de implantar tropas em território taiwanês ou realizar exercícios com os militares da ilha, segundo os acordos entre a China e os EUA alcançados nos anos 1970 e início dos anos 1980.

Desta forma, os americanos procuram outros meios para desestabilizar a região asiática e afetar o avanço chinês, considerado a principal ameaça pelo Pentágono e um concorrente dos norte-americanos.

 

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