Inflação da construção no país fica em 0,12% em outubro

Arquivado em: Negócios, Últimas Notícias
Publicado segunda-feira, 28 de outubro de 2019 as 13:00, por: CdB

Os serviços tiveram deflação (queda de preços) de 0,08%, enquanto a mão de obra manteve estabilidade de preços em outubro.

Por Redação, com ABr – de Brasília

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou uma inflação de 0,12% em outubro deste ano, um percentual inferior ao apurado no mês anterior, que havia sido de 0,60%. O INCC-M acumula taxas de inflação de 3,84% no ano e de 4,23% em 12 meses.

Os serviços tiveram deflação de 0,08%, enquanto a mão de obra manteve estabilidade de preços em outubro
Os serviços tiveram deflação de 0,08%, enquanto a mão de obra manteve estabilidade de preços em outubro

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em outubro, a inflação foi puxada pelos materiais e equipamentos, que tiveram alta de preços de 0,37%, com destaque para os materiais para instalações hidráulica (1,71%) e elétrica (1,15%).

Os serviços tiveram deflação (queda de preços) de 0,08%, enquanto a mão de obra manteve estabilidade de preços em outubro.

Alta na confiança da construção e queda na confiança dos empresários

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 0,4 ponto em outubro deste ano, na comparação com o mês anterior. Com a alta, que veio depois de um recuo de 0,5 ponto em setembro, o indicador atingiu 87,5 pontos em uma escala de zero a 200 pontos.

O resultado foi influenciado pelo Índice de Situação Atual, que mede a confiança do empresário da construção no momento atual e que avançou 1,3 ponto. O subíndice chegou a 78,9 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2015 (81,4), puxado pela percepção sobre a situação atual da carteira de contratos.

Por outro lado, o Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários da construção em relação ao futuro, caiu pelo segundo mês, ao recuar 0,5 ponto, para 96,5 pontos. O principal motivo foi a demanda prevista nos próximos três meses.

Ainda de acordo com o documento da Fundação Getúlio Vargas, o nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,7 ponto percentual, para 70,1%.