Investimento empresarial continua fraco nos Estados Unidos

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Publicado quinta-feira, 24 de outubro de 2019 as 12:39, por: CdB

O Departamento de Comércio dos EUA informou que os pedidos de bens de capital fora do setor de defesa e excluindo aeronaves caíram 0,5% no mês passado.

Por Redação, com Reuters – de Washington

Uma medida importante dos pedidos de bens de capital produzidos nos Estados Unidos caiu mais do que o esperado em setembro, e os embarques também recuaram, um sinal de que o investimento das empresas norte-americanas permanece fraco em meio às contínuas consequências da guerra comercial com a China.

Outros dados divulgados nesta quinta-feira, contudo, mostraram que a disputa no país de Donald Trump ainda não teve muitos efeitos sobre mercado de trabalho
Outros dados divulgados nesta quinta-feira, contudo, mostraram que a disputa no país de Donald Trump ainda não teve muitos efeitos sobre mercado de trabalho

Outros dados divulgados nesta quinta-feira, contudo, mostraram que a disputa ainda não teve muitos efeitos sobre mercado de trabalho.

O Departamento de Comércio dos EUA informou que os pedidos de bens de capital fora do setor de defesa e excluindo aeronaves —vistos como uma medida dos planos de gastos empresariais com equipamentos— caíram 0,5% no mês passado, devido à menor demanda por equipamentos de transporte, veículos, peças de automóveis, computadores e produtos eletrônicos.

Os dados de agosto também foram revisados ​​para mostrar que o núcleo dos pedidos de bens de capital caiu 0,6%, em vez de queda inicialmente informada de 0,4%.

Economistas consultados pela agência de notícias britânica Reuters previam que o núcleo dos pedidos de bens de capital cairiam 0,2% em setembro.

Numa base anual, houve aumento de 1,0%. Os embarques do núcleo da medida de bens de capital recuaram 0,7% no mês passado. Tal número é usado ​​para calcular os gastos com equipamentos na medição do Produto Interno Bruto (PIB) do governo. Os embarques para agosto foram revisados para baixo, ficando estáveis ante alta de 0,3% informada anteriormente.

Mas outro relatório divulgado nesta quinta-feira mostrou que o número de pedidos de auxílio-desemprego caiu inesperadamente na semana passada, apontando para um mercado de trabalho ainda apertado, mesmo com a desaceleração das contratações e do crescimento econômico.

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