IPC-S fecha setembro com estabilidade de preços

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Publicado terça-feira, 1 de outubro de 2019 as 11:17, por: CdB

O grupo de despesas habitação teve uma queda na taxa de inflação, ao passar de 0,81% em agosto para 0,22% em setembro.

Por Redação, com ABr – de Brasília

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou estabilidade de preços em setembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em agosto, o IPC-S havia registrado inflação de 0,17%.

Os alimentos, que já tinham registrado deflação (queda de preços) de 0,36% em agosto, tiveram um recuo de preços ainda mais intenso (-0,67%)
Os alimentos, que já tinham registrado deflação (queda de preços) de 0,36% em agosto, tiveram um recuo de preços ainda mais intenso (-0,67%)

A queda da taxa foi puxada pelos gastos com alimentação e com habitação. Os alimentos, que já tinham registrado deflação (queda de preços) de 0,36% em agosto, tiveram um recuo de preços ainda mais intenso (-0,67%).

Já o grupo de despesas habitação teve uma queda na taxa de inflação, ao passar de 0,81% em agosto para 0,22% em setembro.

Os outros seis grupos de despesas tiveram alta na taxa: vestuário (de -0,29% para 0,01%), saúde e cuidados pessoais (de 0,18% para 0,29%), educação, leitura e recreação (de 0,13% para 0,31%), transportes (de 0,13% para 0,16%), despesas diversas (de -0,05% para 0,04%) e comunicação (de 0,38% para 0,54%).

Em agosto, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na passagem de junho para julho deste ano. O maior avanço foi observado em Recife: 0,81 ponto percentual, ao passar de uma deflação (queda de preços) de 0,27% em junho para uma inflação de 0,54% em julho.

Em seguida, aparece a cidade de Brasília, com uma alta de 0,70 ponto percentual, ao passar de uma deflação de 0,35% para uma inflação de 0,35% no período pesquisado. As outras capitais registraram as seguintes altas: Porto Alegre (0,36 ponto percentual, ao passar de -0,16% para 0,20%), São Paulo (0,32 ponto percentual, ao passar de 0,09% para 0,41%), Belo Horizonte (0,14 ponto percentual, ao passar de 0,22% para 0,36%), Rio de Janeiro (0,20 ponto percentual, ao passar de 0,03% para 0,23%) e Salvador (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,04% para 0,13%).

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