Joe Biden revoga ordem executiva de Trump que bania TikTok e WeChat

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Publicado quarta-feira, 9 de junho de 2021 as 12:05, por: CdB

A Casa Branca retirou nesta quarta-feira as ordens executivas do ex-presidente Donald Trump (2017-2021) que tentavam banir os populares aplicativos chineses TikTok e WeChat. O governo Biden conduzirá sua própria análise com o objetivo de identificar riscos de segurança nacional em aplicativos vinculados à China.

Por Redação, com Sputnik – de Washington

A Casa Branca retirou nesta quarta-feira as ordens executivas do ex-presidente Donald Trump (2017-2021) que tentavam banir os populares aplicativos chineses TikTok e WeChat. O governo Biden conduzirá sua própria análise com o objetivo de identificar riscos de segurança nacional em aplicativos vinculados à China.

O governo Biden conduzirá sua própria análise com o objetivo de identificar riscos de segurança

Ano passado, Donald Trump acusou o TikTok de fornecer a Pequim dados de cidadãos dos EUA e deu um prazo para que a empresa encontrasse um parceiro adequado nos EUA ou, caso contrário, seria fechada.

Um comunicado da Casa Branca disse que, em vez de banir os aplicativos populares, o governo Biden levaria a cabo uma “estrutura de decisão baseada em critérios e uma análise rigorosa e baseada em evidências para lidar com os riscos” de aplicativos da Internet controlados por entidades estrangeiras.

Nova ordem executiva

Uma nova ordem executiva do presidente dos EUA, Joe Biden, instrui o Departamento de Comércio norte-americano a realizar o que os funcionários da Casa Branca descrevem como uma análise “baseada em evidências” de transações envolvendo aplicativos que são fabricados ou fornecidos ou controlados pela China. As autoridades dos EUA estão particularmente preocupadas com aplicativos que coletam dados pessoais dos usuários ou têm conexões com atividades militares ou de inteligência chinesas, reporta a agência AP.

Departamento de Comércio dos EUA também fará recomendações sobre como proteger as informações genéticas e de saúde pessoais dos norte-americanos e abordará os riscos de certos aplicativos de software conectados à China ou outros adversários, afirmaram altos funcionários da administração à mídia.

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