Johnson promete aprovação de acordo do Brexit como presente de Natal

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Publicado sexta-feira, 20 de dezembro de 2019 as 11:10, por: CdB

Após sofrer várias derrotas na legislatura anterior, Johnson desfruta agora de uma ampla maioria no Parlamento e deve enfrentar pouca oposição para a aprovação do projeto de lei.

Por Redação, com Reuters – de Londres

O Parlamento do Reino Unido deve votar o acordo do premiê Boris Johnson para a separação da União Europeia nesta sexta-feira, uma medida que o primeiro-ministro descreveu como o cumprimento de sua promessa de “entregar o Brexit embrulhado para o Natal” depois de uma vitória eleitoral folgada.

Bandeiras do Reino Unido e da União Europeia ao lado de árvore de Natal
Bandeiras do Reino Unido e da União Europeia ao lado de árvore de Natal

Após sofrer várias derrotas na legislatura anterior, Johnson desfruta agora de uma ampla maioria no Parlamento e deve enfrentar pouca oposição para a aprovação do projeto de lei de implantação da maior mudança nas políticas externa e comercial do país em mais de 40 anos.

Mais de três anos depois de o Reino Unido votar pela saída da UE em um referendo, a incerteza profunda sobre o Brexit foi substituída pelo prazo firme de 31 de janeiro.

– Esta é a hora em que avançamos e descartamos os velhos rótulos ‘partir’ ou ‘ficar’… esta é a hora de agirmos juntos como uma nação revigorada, um Reino Unido – disse Johnson ao Parlamento antes da votação.

Brexit

– Este é o momento de nos unirmos e escrevermos um capítulo novo e empolgante de nossa história nacional, de forjarmos uma nova parceria com nossos amigos europeus, de nos impormos no mundo, de iniciarmos a cura pela qual todo o povo deste país anseia.

Os estágios finais da ratificação ocorrerão antes do Natal. A câmara baixa do Parlamento tem até 9 de janeiro para aprovar a legislação, o que dá a esta pouco mais de três semanas para passar pela câmara alta e receber a Aprovação Real.

Depois de se desfiliar, o Reino Unido terá que acertar novos arranjos comerciais com a UE, uma amizade futura, disse o premiê, graças à qual o país combinará um acordo comercial sem alinhamento com as regras do bloco.

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