Jovens de Paquetá recebem primeira dose de vacina contra coronavírus

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Publicado domingo, 25 de julho de 2021 as 13:01, por: CdB

Cerca de 400 adolescentes entre 12 e 17 anos receberam neste domingo a primeira dose da vacina contra a covid-19 na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Eles recebem o imunizante de Pfizer, único aprovado para esta faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

Cerca de 400 adolescentes entre 12 e 17 anos receberam neste domingo a primeira dose da vacina contra a covid-19 na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Eles recebem o imunizante de Pfizer, único aprovado para esta faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram selecionados para o estudo 400 adolescentes de 12 a 17 anos

A iniciativa é parte do projeto Paquetá Vacinada, desenvolvido pela prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Trata-se de um estudo para avaliar os efeitos da imunização em massa. A pesquisa pretende oferecer mais respostas sobre a segurança do imunizante, a eficácia, os efeitos adversos e também a proteção de moradores da comunidade não vacinados.

Ilha de Paquetá

A Ilha de Paquetá é um bairro da capital fluminense que só é possível acessar por meio de barca. Cenário do clássico A Moreninha, romance de Joaquim Manuel de Macedo, ela está localizada na parte mais interna da Baía de Guanabara e possui pouco mais de 4 mil moradores. Com ruas de terra e casas histórias, a ilha tem 120 hectares.

A aplicação das doses começou às 9h e se encerrou às 16h. Para participar do projeto, os adolescentes passaram por um inquérito sorológico e fizeram um teste rápido para covid-19. Foram coletados mais 2,3 mil exames. Nesta etapa, ficou constatado que 21% das crianças e adolescentes já apresentavam anticorpos contra a covid-19 por terem sido expostos ao coronavírus.

A segunda dose deverá ser aplicada no dia 15 de agosto, na mesma data dos adultos que foram imunizados em junho com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. No Brasil, ela é fabricada através de uma parceria com a Fiocruz.

 

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