terça-feira, 12 de dezembro de 2017 • ANO XVII • N° 6.532

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    Luiz Pegorer

    Sendo bom e velho mineiro eu ficava triste com o Brasil iludido com a inclusão do Sr. Tancredo Neves em mais um tapa buraco da história e chorando sua doença e morte na porta do hospital ou TV. No início dos anos 60 com a renúncia por pressão dos EUA do bem intencionado Jânio de Quadros, as forças armadas, que já tinham se declarado rompidas com o presidente Jânio, então se alvoroçaram com a possibilidade de tomar o poder sob a justificativa de não deixar o poder nas mãos do “comunista” João Goulart (de fato teria sido muito melhor se o “comunista” Mal. Lott, que como ministro manteve as tropas na caserna, tivesse vencido Jânio Quadros na disputa eleitoral para presidência). Mas então costuraram um enorme remendo mudando o sistema de governo para parlamentarista e nomeando Tancredo Neves para primeiro ministro. Logo depois veio a ditadura decidida por John Kennedy e executada já sob Lindon Johnson e no final (nas palavras do Gal. João Figueiredo para microfones de várias emissoras) o Senador FHC o procurou várias vezes para pedir para não permitir eleições diretas pois “o Brizola seria imbatível e independente, mas se fosse eleição indireta poderiam colocar o Tancredo Neves que era uma pessoa maleável”. E assim continuam os velhos “colaboradores” a preços nada módicos da CIA a mandar no Brasil.
    A propósito, convido os brasileiros a ler sobre o comunismo que nunca existiu nas intenções de humanos a não ser provavelmente de Jesus Cristo.

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