Júlia Soares é ouro no solo em etapa da Copa do Mundo da Ginástica

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Publicado domingo, 3 de abril de 2022 as 13:16, por: CdB

Não é a primeira vez que a paranaense impressiona. No ano passado, durante o Campeonato Pan-Americano da modalidade, no Rio de Janeiro, a jovem (de então 15 anos) homologou um novo elemento no código de pontuação da ginástica na trave.

Por Redação, com ABr – de Baku

A paranaense Júlia Soares fez história neste domingo. A atleta de apenas 16 anos conquistou a medalha de ouro no solo na etapa de Baku (Azerbaijão) da Copa do Mundo por Aparelhos de Ginástica Artística.

Revelação paranaense de 16 anos domina prova em Baku, no Azerbaijão

A brasileira havia se classificado à decisão com a melhor nota (13.266) da eliminatória e garantiu o topo do pódio da final obtendo 13.433 de pontuação.

O pódio foi completado pela húngara Dorina Boeczoego (13.166) e pela uzbeque Dildora Aripova (12.866). Foi a primeira participação de Júlia em uma etapa de Copa do Mundo. Ela disputou a eliminatória da trave, mas não foi à final.

Não é a primeira vez que a paranaense impressiona. No ano passado, durante o Campeonato Pan-Americano da modalidade, no Rio de Janeiro, a jovem (de então 15 anos) homologou um novo elemento no código de pontuação da ginástica na trave: a entrada em vela (candle mount, na tradução do inglês) com uma meia pirueta no salto que leva ao aparelho.

Outra brasileira a competir foi Carolyne Pedro, medalhista de bronze por equipes nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, junto com Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Jade Barbosa e Thaís Fidélis. Também paranaense, ela ficou em quinto lugar na final das barras assimétricas, com nota 12.800. A francesa Lorete Charpy (13.866) foi a campeã, com as holandesas Naomi Visser (13.100) e Vera Van Pol (12.966) na sequência. Assim como Júlia, Carolyne não chegou à decisão da trave.

– Planejamos, para essa Copa do Mundo, uma oportunidade para que a Júlia pudesse ter sua primeira experiência num evento com essa envergadura. Já a Carol está voltando a competir depois de passar por uma cirurgia – disse a técnica Iryna Ilyashenko, antes da competição, ao site da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

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