Justiça prorroga a presença da Força Nacional em Belém

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Publicado segunda-feira, 27 de maio de 2019 as 14:01, por: CdB

Caberá ao governo do Estado dar todo o apoio logístico, que deverá dispor da infraestrutura necessária à Força Nacional.

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Força Nacional de Segurança Pública vai ficar mais 18 dias dando apoio às ações de policiamento ostensivo na região metropolitana de Belém. A prorrogação foi solicitada pelo governo paraense e terá “caráter episódico e planejado”, a contar do dia 5 de junho.

Ministério da Justiça prorroga a presença da Força Nacional em Belém

De acordo com a portaria do Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, a presença da Força Nacional ocorrerá nas “ações de policiamento ostensivo, Polícia Judiciária e perícia forense, nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.

Caberá ao governo do Estado dar todo o apoio logístico, que deverá dispor da infraestrutura necessária à Força Nacional. “O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Chacina

Mais um suspeito da chacina no bairro Guamá, o mais populoso da capital paraense, o cabo da Polícia Militar Leonardo Fernandes de Lima, entregou-se à polícia na madrugada de domingo, em Belém.

Leonardo teve a prisão decretada e estava foragido. As buscas policiais estão concentradas agora para prender um home identificado como Diel. Segundo as investigações, quatro civis e quatro policiais militares estão entre os envolvidos.

A chacina ocorreu no domingo, dia 19 deste mês, quando vários homens encapuzados entraram em um bar e atiraram na direção das pessoas que estavam em seu interior. Uma delas sobreviveu e está internada em estado grave. Por medida de segurança não teve o nome e o hospital onde se encontra divulgados.

Briga entre presos

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que a situação no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, voltou à normalidade, após uma briga entre os presos. Uma equipe de peritos do Instituto Médico Legal (IML) foi deslocada para o local.

Informação apurada pela reportagem junto ao IML, mas não confirmada pelo Seap, indica que 10 pessoas morreram. Não há informações sobre fuga de presos, nem agentes penitenciários feridos ou feito reféns.

Conforme nota da Seap encaminhada à Agência Brasil, o Batalhão de Choque da Polícia Militar foi acionado para atuar no Compaj “onde estava acontecendo uma briga entre presos”. O batalhão entrou no complexo por volta do meio-dia de domingo.

O secretário de Segurança Pública, coronel Louismar Bonates, determinou reforço em outras unidades do sistema.

Em janeiro de 2017, uma rebelião de 17 horas resultou na morte de 56 pessoas no Compaj. Em dezembro de 2018, um agente penitenciário foi assassinado dentro do complexo.

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