Kremlin diz que apoio de Moscou a redução de conflito na Síria não tem relação com Copa

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Publicado quinta-feira, 14 de junho de 2018 as 16:01, por: CdB

Dmitry Peskov, disse nesta quinta-feira que o apoio de Moscou à redução de hostilidades na Síria não está especificamente relacionado com a Copa

Por Redação, com Reuters – de Moscou:

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta quinta-feira que o apoio de Moscou à redução de hostilidades na Síria não está especificamente relacionado com a Copa do Mundo na Rússia, mas é algo que o país defende há muito tempo.

Presidente russo, Vladimir Putin, e presidente da Fifa, Gianni Infantino

Peskov estava respondendo a uma pergunta durante coletiva de imprensa sobre uma reportagem israelense que afirmou que a Rússia havia pedido que Israel e outros países envolvidos no conflito da Síria suspendessem combates durante o Mundial, que começa nesta quinta-feira.

– É a política permanente da Rússia pedir que países assumam uma posição equilibrada para prevenir ações que podem levar a consequências altamente explosivas e à desestabilização de uma já frágil situação – disse Peskov.

Porta-bandeiras sauditas

Seis adolescentes sauditas escolhidas para carregar a bandeira de seu país na partida de abertura da Copa do Mundo em Moscou nesta quinta-feira foram substituídas depois que sua viagem foi cancelada devido a “circunstâncias logísticas”, informaram organizadores.

Nomeadas porta-bandeiras como parte de um programa da Coca-Cola, as meninas, de entre 13 e 17 anos, iriam acompanhar a seleção saudita até o campo de jogo no Estádio Luzhniki, em Moscou, antes de sua partida contra a Rússia.

Mas os organizadores disseram que elas não conseguiriam mais ir.

– Devido a circunstâncias logísticas imprevistas, a delegação de porta-bandeiras sauditas infelizmente não será mais capaz de comparecer à abertura da Copa do Mundo da Fifa de 2018 – disse a Coca-Cola em comunicado enviado à agência inglesa de notícias Reuters.

Omar Bennis, diretor de relações públicas da Coca-Cola no Oriente Médio, se recusou a revelar a natureza dos problemas logísticos, mas disse que não são relacionados com o gênero das meninas.

  É “uma mistura de tudo – disse, acrescentando que a companhia está trabalhando com autoridades esportivas sauditas para que as meninas possam participar de outras partidas do país no Mundial.

Mulheres na Arábia Saudita foram autorizadas a assistir a partidas de futebol pela primeira vez neste ano, à medida que o reino muçulmano profundamente conservador tenta reduzir as limitações impostas a mulheres.

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