Londres cogita usar hospital de campanha por falta de leitos

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Publicado quinta-feira, 7 de janeiro de 2021 as 11:54, por: CdB

Um hospital de campanha em Londres será usado se necessário para aliviar a pressão sobre outros hospitais da cidade, disse o ministro da Saúde britânico nesta quinta-feira, depois que documentos oficiais vazados sugeriram que Londres corre o risco de ficar sem leitos em duas semanas.

Por Redação, com Reuters – de Londres

Um hospital de campanha em Londres será usado se necessário para aliviar a pressão sobre outros hospitais da cidade, disse o ministro da Saúde britânico nesta quinta-feira, depois que documentos oficiais vazados sugeriram que Londres corre o risco de ficar sem leitos em duas semanas.

Ambulância atende emergência em Londres em meio a avanço da covid-19
Ambulância atende emergência em Londres em meio a avanço da covid-19

Projeções vazadas ao Health Service Journal mostraram que, mesmo se o número de pacientes com covid-19 aumentasse na taxa mais baixa considerada provável, os hospitais de Londres ficariam com falta de quase 2 mil leitos de enfermaria e terapia intensiva em 19 de janeiro.

Questionado sobre as projeções, o secretário de Saúde britânico, Matt Hancock, disse que estava preocupado com as pressões sobre o Serviço Nacional de Saúde (NHS) e que o governo estava colocando recursos extras nas partes do país sob pressão mais significativa.

– Por exemplo, em Londres, (estamos) garantindo que o hospital Nightingale esteja de prontidão. E se for necessário, é claro, então será usado – disse ele, referindo-se a um hospital de campanha que foi criado no início da pandemia.

 Inglaterra

A Inglaterra iniciou um novo lockdown nacional na terça-feira, com escolas fechadas e cidadãos sob ordens de ficar em casa, enquanto o governo tenta conter um aumento nas infecções, em parte impulsionado por uma nova variante do coronavírus altamente contagiosa.

Na quarta-feira, o número diário de mortes por covid-19 em todo o Reino Unido ultrapassou 1.000 pela primeira vez desde abril. O número total de mortes pela doença no país desde o início da pandemia é de mais de 77,3 mil, o maior da Europa.