Caso Marielle: miliciano morre em confronto com policiais na Bahia

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Publicado domingo, 9 de fevereiro de 2020 as 15:04, por: CdB

 

Apontado como o chefe do Escritório do Crime, o miliciano entrou em confronto com policiais militares, na manhã deste domingo na zona rural da Bahia

Por Redação, com agências de notícias – d Brasília

O miliciano Adriano Magalhães de Nóbrega, investigado por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco, morreu na manhã deste domingo em confronto com a polícia.

O miliciano Adriano Magalhães de Nóbrega
O miliciano Adriano Magalhães de Nóbrega

Apontado como o chefe do Escritório do Crime, o miliciano entrou em confronto com policiais militares, na manhã deste domingo na zona rural da Bahia, na cidade de Esplanada, informou o portal G1. Um mandado de prisão foi expedido contra ele ainda em janeiro de 2019.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) afirmou por nota que Adriano era suspeito de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e que o ex-PM foi localizado por equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Litoral Norte e da Superintendência de Inteligência (SI) da Secretaria da Segurança Pública em um imóvel.

Arma de fogo

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, no momento do cumprimento do mandado de prisão o suspeito resistiu com disparos de arma de fogo e terminou ferido.  Ele chegou a ser socorrido e levado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

O miliciano estava foragido há mais de um ano. Ex-capitão da tropa de elite da PM, Adriano foi preso duas vezes suspeito de ligações com a máfia de caça-níqueis.

Adriano chegou a ser homenageado pelo hoje senador e então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Segundo  informações, o ex-capitão do Bope estava preocupado com os últimos movimentos da polícia quando decidiu ligar para seu advogado, Paulo Emilio Catta Preta, na quarta-feira passada. O miliciano nunca havia falado diretamente com o advogado. Na conversa, ele teria relatado que tinha “certeza” de que queriam matá-lo para “queimar arquivo”. A viúva de Nóbrega teria feito o mesmo relato.

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