Membro do grupo terrorista passa para lado do exército sírio

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Publicado quarta-feira, 28 de março de 2018 as 15:00, por: CdB

Ghouta Oriental foi ocupada por grupos armados ilegais em 2012, sendo considerada a última fortaleza rebelde localizada nos arredores de Damasco

Por Redação, com Sputnik – de Beirute:

Um militante do grupo terrorista Faylaq al-Rahman (proibido na Rússia), que opera em Ghouta Oriental, uniu-se ao exército sírio, quando este começou a libertar a região.

Um militante do grupo terrorista Faylaq al-Rahman (proibido na Rússia), que opera em Ghouta Oriental, uniu-se ao exército sírio, quando este começou a libertar a região

Em entrevista à agência russa de notícias Sputnik, ex-militante falou sobre condições horríveis em que vivem membros do grupo.

– Líderes do grupo Faylaq al-Rahman nos humilhavam muito, deixavam-nos com fome. Eles nos forçavam a combater do lado deles, caso contrário privavam-nos de comida e água. Nós estávamos na mesma posição oprimida; que o restante dos habitantes de Ghouta Oriental – desabafou o ex-militante.

O interlocutor da Sputnik disse que ele e outros militantes passaram para o lado das forças sírias quando estas entraram na região; combatendo agora ao seu lado.

– Lado a lado com soldados sírios, estou combatendo pela libertação de Ghouta Oriental; e todo o território sírio da ocupação terrorista. Os terroristas forçavam centenas de pessoas; tais como eu, a combater em suas fileiras – comentou.

Violência

O sírio acrescentou que os líderes do grupo recebiam ordens do exterior, inclusive as de matar com fome e torturar os civis.

– As ordens eram cumpridas sem exceções, era impossível enganar (os comandantes).

Ghouta Oriental foi ocupada por grupos armados ilegais em 2012; sendo considerada a última fortaleza rebelde localizada nos arredores de Damasco.

Atualmente, a região tem dois corredores humanitários funcionando para garantir a saída de civis e militantes. De acordo com o Ministério da Defesa russo; mais de 128 mil pessoas deixaram Ghouta Oriental; incluindo 9,6 mil terroristas e suas famílias, desde a abertura dos corredores humanitários.

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