Merkel quer fechar bares, academias e restaurantes para conter coronavírus

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Publicado quarta-feira, 28 de outubro de 2020 as 11:22, por: CdB

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel quer que os primeiros-ministros dos Estados do país concordem com o fechamento de todos os restaurantes e bares a partir de 4 de novembro em uma tentativa de conter o coronavírus, mas mantenham escolas e berçários abertos.

Por Redação, com Reuters – de Berlim

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel quer que os primeiros-ministros dos Estados do país concordem com o fechamento de todos os restaurantes e bares a partir de 4 de novembro em uma tentativa de conter o coronavírus, mas mantenham escolas e berçários abertos, segundo um esboço de resolução visto pela agência inglesa de notícias Reuters.

Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, durante reunião semanal do gabinete em Berlim
Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, durante reunião semanal do gabinete em Berlim

Pelas novas restrições, as pessoas poderiam apenas sair em locais públicos com pessoas que moram na mesma casa e membros de outras pessoas que vivem em uma mesma casa, afirma a resolução. O texto afirma que as pessoas serão punidas se quebrarem a regra, mas não dá detalhes.

O documento aponta que o crescimento exponencial em infecções em quase todas as regiões do país significa que muitas autoridades locais de saúde não podem localizar e rastrear todas as infecções, então é necessário reduzir significativamente o contato entre as pessoas agora na esperança de que restrições amplas não sejam necessárias durante o período do Natal.

Se os líderes dos 16 Estados da Alemanha concordarem com o esboço durante uma teleconferência nesta quarta, academias de ginástica, discotecas e cinemas fecharão, assim como teatros, casas de ópera e locais de shows.

Medidas de higiene

As lojas poderão permanecer abertas se implementarem medidas de higiene e limitarem o número de clientes, enquanto restaurantes poderão apenas servir refeições para serem retiradas.

A Alemanha, que foi amplamente elogiada por manter sua taxa de infecção bem abaixo da de outros países na fase inicial da pandemia, agora enfrenta um crescimento maior que o esperado no número de casos, com o último dado oficial de terça mostrando 11.409 novos casos, para um total de 449.275.

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