Mídia conservadora precisa assumir seu papel no golpe, diz Damous

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Publicado quarta-feira, 15 de setembro de 2021 as 15:26, por: CdB

O ex-presidente da OAS Leo Pinheiro escreveu uma carta de próprio punho para voltar atrás em acusações que fez contra o ex-presidente Lula na sua delação premiada firmada com a Lava-Jato. A carta do empreiteiro foi um dos elementos que fez a investigação que acusava o petista de corrupção e tráfico de influência.

Por Redação – do Rio de Janeiro

Ex-deputado federal e ex-presidente da OAB-RJ, o advogado Wadih Damous repercutiu em suas redes sociais, nesta quarta-feira, sobre o papel criminoso da mídia corporativa, após o empreiteiro Léo Pinheiro voltar atrás em acusações que fez contra o ex-presidente. Na mira da Lava Jato, Pinheiro teve que acusar o petista de corrupção e tráfico de influência.

Ex-deputado federal e ex-presidente da OAB-RJ, o advogado Wadih Damous

“Léo Pinheiro foi coagido a denunciar Lula como sempre dissemos. Na época, a sua “delação” foi manchete nos jornais”, afirmou. De acordo com o advogado, “agora, a retratação vem em nota de rodapé”. “Não se trata de a mídia comercial ter dificuldade em fazer autocrítica. Ela foi, na verdade cúmplice dos crimes da Lava Jato”, disparou.

Propinas

O ex-presidente da OAS Leo Pinheiro escreveu uma carta de próprio punho para voltar atrás em acusações que fez contra o ex-presidente Lula na sua delação premiada firmada com a Lava-Jato. A carta do empreiteiro foi um dos elementos que fez a investigação que acusava o petista de corrupção e tráfico de influência, junto ao governo da Costa Rica, ser arquivado, somando a 19ª vitória de Lula na Justiça.

Na carta escrita em maio e anexada ao processo em junho, Pinheiro disse que nunca autorizou ou teve conhecimento de pagamentos de propina às autoridades citadas no caso. Também disse que não houve menção sobre vantagens indevidas durante o encontro ocorrido na Costa Rica. Esse documento foi uma das bases da defesa de Lula, liderada pelo advogado Cristiano Zanin, para solicitar à Justiça de São Paulo o arquivamento da investigação.

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