MP reforça grupo que investiga as mortes de Marielle e Anderson

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Publicado quarta-feira, 21 de março de 2018 as 14:48, por: CdB

A parlamentar estava indo para casa na Tijuca, Zona Norte, após participar de um encontro de mulheres negras, na Rua dos Inválidos, na Lapa

Por Redação, com agências de notícias – do Rio de Janeiro

O procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem, designou nesta quarta-feira um grupo de cinco promotores do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para auxiliar a 23ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal na apuração do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes dos Santos Santos, na quarta-feira passada, no Rio.

Até agora, a Polícia não deu informações precisas sobre suspeitos do crime, que causou comoção dentro e fora do Brasil

A parlamentar estava indo para casa na Tijuca, Zona Norte, após participar de um encontro de mulheres negras, na Rua dos Inválidos, na Lapa. 

O reforço foi solicitado pelo promotor Homero das Neves Freitas Filho; titular da 23ª Promotoria de Justiça, que tem atribuição para atuar junto à Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pelo inquérito policial que apura a morte de Marille e de Anderson.

Papa telefona para família de Marielle

O papa Francisco manifestou sua solidariedade com a família da vereadora e defensora dos direitos humanos Marielle Franco. Seu assassinato gerou uma onda de indignação no Brasil e no mundo.

– Francisco ligou para Marinette, mãe da vereadora do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL); defensora dos direitos humanos e relatora da comissão responsável por investigar a Intervenção Militar no Rio de Janeiro; para comunicar seu afeto e solidariedade – indicou o Vatican Insider, o site do jornal italiano La Stampa especializado em notícias do Vaticano.

O papa argentino decidiu ligar para a família de Marielle, de 38 anos; após receber uma carta da filha da vereadora.

Negra, nascida e criada na favela da Maré, Marielle lutava pelos direitos de negros; mulheres e da comunidade LGBT; e não hesitava em denunciar abusos policiais e criticar a recente Intervenção Militar ordenada pelo presidente de facto Michel Temer.

Até agora, a Polícia não deu informações precisas sobre suspeitos do crime,; que causou comoção dentro e fora do Brasil.

 

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