Mulher assume pela primeira vez comando do batalhão de Petrópolis

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Publicado segunda-feira, 21 de setembro de 2020 as 14:24, por: CdB

Pela primeira vez em seus 30 anos de história, uma mulher está à frente da unidade. Ela substituiu o tenente-coronel Christoph Carvalho Bezerra Leite, que assumiu o posto de subsecretário de Comando e Controle da Polícia Militar.

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro

A tenente-coronel Simone de Almeida Silva assumiu o comando do 26° BPM (Petrópolis) no último dia 18. Pela primeira vez em seus 30 anos de história, uma mulher está à frente da unidade. Ela substituiu o tenente-coronel Christoph Carvalho Bezerra Leite, que assumiu o posto de subsecretário de Comando e Controle da Polícia Militar.

Pela primeira vez em seus 30 anos de história, uma mulher está à frente da unidade
Pela primeira vez em seus 30 anos de história, uma mulher está à frente da unidade

Além da tenente-coronel Simone, que ocupava o cargo de subcomandante do 2º BPM (Botafogo), há mais duas mulheres à frente de unidades de área: a tenente-coronel Andréia Ferreira da Silva Campos, do 28º BPM (Volta Redonda); e a tenente-coronel Luciana Rodrigues de Oliveira, 37º BPM (Resende).

A tenente-coronel Simone já havia atuado no batalhão de Petrópolis ao ingressar na carreira de oficial, em 2000. Durante a última década, foi diretora de administração da Subsecretaria Adjunta de Operações Aéreas do Rio de Janeiro (entre 2010 e 2013); secretária do Estado Maior Geral (de 2013 a 2016); chefe de Escritório de Programas de Prevenção do Estado Maior (2017); chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Vitimização do Rio de Janeiro (2019); e subcomandante do 4º BPM (São Cristóvão) e do 2º BPM (Botafogo).

Polícia Militar do Rio

As mulheres começaram a atuar na Polícia Militar do Rio de Janeiro em 1982 com a primeira turma de praças e, um ano depois, com a primeira turma de oficiais. Hoje, dos quase 45 mil integrantes da Corporação, as mulheres representam 12% do total da tropa.

Além de comandar três das 39 unidades de área no estado, as oficiais mulheres ocupam postos-chaves nos setores administrativos e nas áreas de ensino e saúde.

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